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Voo do dirigível Graf Zeppelin sobre o centro da cidade, destaque para o edifício Martinelli
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Voo do dirigível Graf Zeppelin sobre o centro da cidade, destaque para o edifício Martinelli
Alfredo Krausz
Centro
circa 1935

Retrato de Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Retrato de Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin
Reprodução de desenho que retrata Von Schiller, então comandante do Graf Zeppelin. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1), e 1938.
Autoria não identificada
circa 1935

Vista aérea do Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea do Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Vista do Rio de Janeiro, tomada a partir do interior do Graf Zepellin. À esquerda, detalhe da área externa do dirigível. Ao fundo, vê-se os morros do Pão de Açúcar, Urca e Babilônia, entrevendo-se ainda a Escola Militar, que seria destruída em 1935. O bairro da Urca já está formado. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1) e 1938.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1935

Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin
Vista aérea de Copacabana, no Rio de Janeiro, tomada do interior do Graf Zepellin. À direita pode-se ver os motores externos do dirigível. Ao fundo, vê-se o morro do Pão de Açúcar. Em 1930, o Graf Zeppelin (LZ 127) fez o primeiro vôo experimental ao Brasil, saindo de Friedrichschafen, Alemanha, para Recife e Rio de Janeiro, e a partir de 1932 manteve linha regular ao Brasil. O Hindenburg (LZ 129) viaja para o Brasil em 1936 e, em 1937 é destruído por trágico incêndio em Lakehurst, Nova York. Durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os dirigíveis foram pintados com os anéis símbolos das Olimpíadas e a suástica, símbolo do partido nazista alemão. Ao todo foram construídos 119 zepellins, entre 1900 (o LZ 1), e 1938.
Autoria não identificada
Copacabana
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935

Passagem do Zepelim pelo país
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Passagem do Zepelim pelo país
Guilherme Santos
Rio de Janeiro
circa 1935