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Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Mosteiro de São Bento
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mosteiro de São Bento
A Basílica de São Bento, na verdade Basílica de Nossa Senhora da Assunção, faz parte do conjunto arquitetônico do Mosteiro de São Bento, que inclui ainda o Colégio de São Bento. O Mosteiro foi fundado em 1598 pelo paulista Simão Luís, posteriormente conhecido como Frei Mauro Teixeira, discípulo do padre Anchieta. O local inicial do estabelecimento dos beneditinos era formado por duas sesmarias doadas pelo Capitão-Mor Jorge Correia, e serviram como base dos beneditinos na cidade. No ano de 1600 a Câmara Municipal doou, em caráter perpétuo, um terreno depois do Colégio dos Jesuítas - onde localizava-se a antiga taba do cacique Tibiriçá - para a edificação do templo. As obras foram concluídas em 1634 e a pequena capela havia sido dedicada inicialmente a São Bento. Mais tarde, diante de um pedido de D. Francisco de Sousa, governador da Capitania de São Vicente, o patrono da igreja passou a ser Nossa Senhora de Motserrat, e em 1720 a capela passou a denominar-se Nossa Senhora da Assunção. Como o mosteiro e a capela iniciais eram muito pequenos, o bandeirante Fernão Dias Paes se dispôs a ajudar financeiramente a construção de um novo templo, em troca da guarda de seus restos mortais e os de sua família nas criptas da igreja. A pedra fundamental da nova construção foi lançada em 1650, e finalmente em 1681 a igreja ficou pronta, pouco antes da morte de seu benemérito. O Colégio de São Bento surgiu em 1903 e em 1908 surgiu a faculdade de Filosofia, a primeira do Brasil.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Mais ao fundo está o prédio onde funcionava a agência do Almanak Laermmet. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Jardins do vale do Anhangabaú
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Jardins do vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1925

Largo de São Bento e Viaduto Santa Efigênia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Largo de São Bento e Viaduto Santa Efigênia
Instalado no local onde originalmente se encontrava a taba do cacique Tibiriçá, o Largo de São Bento é um dos primeiros assentamentos urbanos da cidade de São Paulo e possui destaque pela instalação do mosteiro de São Bento em seu entorno, construído por volta de 1660. O velho mosteiro foi derrubado em 1911, sendo depois construído o atual mosteiro, pronto em 1922. Em 1970, devido a implantação do metrô, o Largo de São Bento passou por uma intensa reforma urbanística com a construção de calçadões e jardins.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua e largo de São Bento
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Rua e largo de São Bento
Instalado no local onde originalmente se encontrava a taba do cacique Tibiriçá, o Largo de São Bento é um dos primeiros assentamentos urbanos da cidade de São Paulo e possui destaque pela instalação do mosteiro de São Bento em seu entorno, construído por volta de 1660. O velho mosteiro foi derrubado em 1911, sendo depois construído o atual mosteiro, pronto em 1922. Em 1970, devido a implantação do metrô, o Largo de São Bento passou por uma intensa reforma urbanística com a construção de calçadões e jardins.
Guilherme Gaensly
Centro
1920

Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Rua 15 de Novembro, sentido praça da Sé
A rua 15 de Novembro era uma das principais ruas da cidade de São Paulo, juntamente com as ruas São Bento e Direita, e foi assim nomeada quando proclamou-se a república no Brasil. Já existia no século XVII como um "projeto" de rua, e chamava-se rua do Paço Manoel Paes de Linhares, pois no local um certo Manoel possuía sua casa de taipa. Em 1715 foi construída uma igreja, de Nossa Senhora do Rosário, e logo a rua passou a chamar-se do Rosário dos Pretos. Foi chamada ainda de rua da Imperatriz, até que em 1889 veio o nome definitivo pelo qual é conhecida até hoje. Era nessa rua também que o fotógrafo Gaensly possuía seu estúdio.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua Líbero Badaró
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró
Rua Líbero Badaró, esquina com a rua São João. O préido mais baixo, à esquerda, daria lugar ao edifício Martinelli. A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rua Líbero Badaró, sentido Praça do Patriarca
A rua Líbero Badaró foi aberta no século XIX com o nome de rua de São José, quando da expansão da área urbana inicial de São Paulo. Foi alargada para a circulação de bondes na cidade, e a área é hoje conhecida como Centro Velho de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920