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Casa
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua 7 de Setembro
1970s

Museu Imperial - pórtico
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Museu Imperial - pórtico
Inaugurado em meados do século XIX, o Palácio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Com a proclamação da República, em 1889, a princesa Isabel o alugou para o colégio NotreDame de Sion. Mais tarde quem ocupou as dependências foi o colégio São Vicente de Paulo, que entre seus alunos contava com Alcindo de Azevedo Sodré, uma apaixonado por História que sonhava com a transformação de seu colégio em museu. Foi graças a seu esforço que, em 16 de março de 1943, o presidente Getúlio Vargas criou o Museu Imperial, e Alcindo tornou-se seu primeiro diretor.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Palácio Imperial ; Rua da Imperatriz
1970s

Museu Imperial
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Museu Imperial
Inaugurado em meados do século XIX, o Palácio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Com a proclamação da República, em 1889, a princesa Isabel o alugou para o colégio NotreDame de Sion. Mais tarde quem ocupou as dependências foi o colégio São Vicente de Paulo, que entre seus alunos contava com Alcindo de Azevedo Sodré, uma apaixonado por História que sonhava com a transformação de seu colégio em museu. Foi graças a seu esforço que, em 16 de março de 1943, o presidente Getúlio Vargas criou o Museu Imperial, e Alcindo tornou-se seu primeiro diretor.
Augusto Carlos da Silva Telles
Antigo Palácio Imperial ; Rua da Imperatriz
1970s

Palácio do Grão Pará
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Palácio do Grão Pará
O Palácio do Grão-Pará começou a ser construído em 1859, projeto pelo arquiteto da Casa Imperial Theodoro Marx, com a ajuda de Araújo Porto Alegre. As obras estenderam-se até 1861. Durante o Império destinava-se ao alojamento de camaristas, membros de famílias representativas que se revezavam a serviço de D. Pedro II e família. Na República Velha foi sede do Tribunal de Justiça e ainda abrigou o Colégio Luso-Brasileiro e serviu de residência ao ex-embaixador americano Edwin Morgan. Depois de revogado o banimento da Família Imperial, em 1925, passou a ser moradia dos descendentes do Príncipe do Grão-Pará, filho primogênito da Princesa Isabel.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Epitácio Pessoa ; Centro
1970s

Casa
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua 7 de Setembro
1970s

Casa da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa da Princesa Isabel
A casa foi residência oficial da princesa até a proclamação da República. Foi construída por volta de 1853 pelo seu primeiro proprietário, Barão de Pilar, alugada em 1874 pelo Conde d’Eu - marido da princesa - e finalmente adquirida em 1876.
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida Koeler
1970s

Casa
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida Koeler
1970s

Casa
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRRJ006-042.jpg
Casa
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida Koeler
1970s

Casa de Alberto Faria
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Alberto Faria
O palacete, que fica bem em frente à Praça da Confluência, pertenceu a Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá. Inicialmente o terreno era propriedade do colono alemão Felipe Erbis I, que em 1848 teve sua propriedade dividida. A parte com testada para o Quarteirão de Nassau (atual avenida Piabanha) foi vendida para Jean Baptiste Binot, enquanto a outra parte, voltada para Westphália (atual avenida Rio Branco), foi adquirida em 1852 por Mauá. De abril de 1852 a março de 1854 Mauá mandou erguer sua casa, em estilo neoclássico, projetada pelo engenheiro Otto Reimarus. A casa era usada como residência de verão, e foi ocupada principalmente quando da construção da primeira estrada de ferro do país. Quando Mauá decretou falência, em 1878, o palacete acabou sendo usado no pagamento de parte de suas dívidas com credores. Posteriormente a casa foi vendida ao consagrado advogado Alberto de Faria, sogro do crítico literário Alceu de Amoroso Lima. Atualmente a casa é sede do Gabinete do Prefeito de Petrópolis.
Augusto Carlos da Silva Telles
Avenida Barão do Rio Branco
1970s