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Obelisco construído por ocasião do transporte do meteorito Bendegó
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Obelisco construído por ocasião do transporte do meteorito Bendegó
No ponto da queda do Meteorito Bendegó se construiu um obelisco, para inaugurar os trabalhos de seu transporte. O marco continha inscrições homenageando a Princesa D. Isabel, o Imperador D. Pedro II e o patrocinador do transporte o Barão de Guahy.
Humberto Antunes
Riacho do Bendegó
circa 1888

Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Embarque do Meteorito de Bendegó na Estrada de Ferro Prolongamento da Bahia rumo ao Rio de Janeiro
Sentado, ao lado do meteorito, o engenheiro chefe da expedição José Carlos de Carvalho. Do lado direito da foto, em pé, Vicente José de Carvlaho Filho e Humberto Saraiva Antunes, também membros da comissão do Bendegó
Humberto Antunes
Monte Santo
circa 1887

Série Bahia Antiga e Nova
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Monte Santo
1960s

Série Bahia Antiga e Nova
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bahia Antiga e Nova
Fotografia integra conjunto realizado no início da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais do estado da Bahia. A fotógrafa registrou personalidades do meio cultural baiano como Jorge Amado, Camafeu de Oxossi e Mestre Pastinha; e importantes manifestações culturais como os Filhos de Gandhi, o Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê e a Lavagem do Bonfim. Algumas dessas fotografias foram publicadas em 1996, com o título, “Bahia Amada/Amado ou o amor à liberdade & a liberdade no amor”. A publicação intercala as fotografias com textos selecionados de doze obras de Jorge Amado. Em 1999, Maureen Bisilliat e Marcelo Tassara dirigem o documentário “Bahia Amada Amado” que tem como objetivo homenagear o escritor baiano Jorge Amado e os povos negros. A produção audiovisual utiliza diversas imagens em preto e branco e em cores selecionadas do acervo da fotógrafa.
Maureen Bisilliat
Monte Santo
1960s

Vista de Monte Santo
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Vista de Monte Santo
Vista da igreja e praça de Monte Santo, onde se instalou o quartel-general das tropas da 4ª Expedição. "Podemos notar a aglomeração de casas que compõem o núcleo principal da cidade, onde se observam as suas duas ruas principais, que convergem em declive para a igreja e a praça que lhe é contígua, local que abrigou os batalhões de infantaria e peças de artilharia do exército. Algumas barracas militares podem ser vistas nesta imagem colocadas na lateral da igreja. O Quartel-general das tropas estava localizado no único sobrado existente no perímetro da praça. Monte Santo transformou-se no dizer de Euclides da Cunha, num "grandíssimo quartel acaçapado, envolto de casernas", após o início das operações de guerra. Seus habitantes, em grande maioria, abandonaram a cidade durante os conflitos." ALB02-42
Flávio de Barros
Monte Santo
1897

Monte Santo
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Monte Santo
"Cidade situada ao sul de Canudos, era conhecida pelos primitivos habitantes como Piquaraçá, passando a denominar-se Monte Santo no final do século XVIII pelo missionário Apolônio de Todi, que, achando o aspecto do morro semelhante ao Calvário de Jerusalém, erigiu ali uma capela. O clima local se diferencia do resto do sertão pela presença da serra, que facilita a precipitação da umidade presente no ambiente." Assim, a fonte de água da cidade era a única perene da região. Serviu de base para as operações militares, que foram coordenadas pessoalmente pelo ministro da Guerra, marechal Carlos Machado Bittencourt, a partir de sua chegada à cidade em 6 de setembro de 1897. Ao fundo, destaca-se a serra conhecida como Monte Santo. Flávio de Barros aí permaneceu entre os dias 6 e 25 de setembro de 1897." ALB01-13
Flávio de Barros
Monte Santo
1897

General C. Eugênio e estado-maior em Monte Santo
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General C. Eugênio e estado-maior em Monte Santo
O general Carlos Eugênio de Andrade Guimarães (à janela), com membros de seu estado-maior. "À janela está o general Carlos Eugênio de Andrade Guimarães (1851-1920), comandante da Segunda Coluna e irmão do general Artur Oscar. Quando os combates se intensificaram, Artur Oscar solicitou ao Ministério da Guerra o envio de mais 5 mil soldados para o assalto final. Foram mobilizados o 4º, 28º, 29º, 37º e 39º batalhões de infantaria, bem como as forças policiais de São Paulo, Amazonas e Pará. O general Carlos Eugênio foi nomeado em 17 de agosto para servir às forças expedicionárias, ficando responsável pela coordenação destes batalhões auxiliares, que seriam incorporados à 6ª Brigada da Segunda Coluna. Chegou a Monte santo em 8 de setembro de 1897, tendo partido para Canudos no dia 25 e assumido formalmente o comando da Segunda Coluna no dia 27 deste mesmo mês. Participou da guerra do Paraguai como sargento. Ocupou, posteriormente, o cargo de ministro da Guerra durante o curto mandato do presidente Nilo Peçanha." ALB02-37IGHB (2)
Flávio de Barros
Monte Santo
1897

Polícia do Pará no acampamento
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Polícia do Pará no acampamento
"As forças policiais, excetuando a polícia baiana, que já participavam dos conflitos desde a Segunda Expedição, foram incorporadas às operações em Canudos para reforçar o assalto final ao arraial e proteger os comboios de víveres. A Polícia Militar do Pará partiu da capital da Bahia em 15 de agosto, com 41 oficiais e 493 praças, sob o comando do coronel José Sotero de Menezes. Estava formado por dois corpos: o primeiro sob o comando do major João de Lemos, e o segundo sob o comando do tenente-coronel Antônio Sérgio Dias Vieira da Fontoura. Nesta imagem, a Polícia Militar do Pará aparece no acampamento em Monte Santo. Chegou em Canudos a 16 de setembro e, a partir de 27 deste mesmo mês, foi incorporada à Segunda Coluna."
Flávio de Barros
Monte Santo
1897

Batalhão Patriótico Moreira César
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Batalhão Patriótico Moreira César
"O Batalhão Patriótico Moreira César foi organizado na capital da Bahia, formado por um contigente de Regimento Policial do estado, por iniciativa do governador Luís Vioana , que pretendia oferecer proteção à cidade de Monte Santo. Sua denominação foi uma homenagem do próprio governador ao comandante da Terceira Expedição, coronel Antônio Moreira César, morto em 4 de março de 1897. O batalhão partiu da capital do estado em 7 de junho, com 150 soldados e sete oficiais, sob o comando do tenente-coronel abdon alves de Abreu."
Flávio de Barros
Monte Santo
1897