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Erico Verissimo: deveríamos ter com mais frequência escritores portugueses no Brasil;Um fenômeno chamado Erico Verissimo;Erico Verissimo vacilando entre o mar, o trabalho e o fascínio de Copacabana;-;-;Se você fosse o Brasil: que pedido você faria para o bom Papai Noel?;-;-;-;-;-;-;A volta (para casa) de Erico Verissimo;-;-;-;O filho de Dona Bega;-;-;-;Homenagem de despedida a Erico Verissimo;O último solo;-;-;Uma vida à espera de um biógrafo;-;-;Erico, o Verissimo;-;-;-;-;-;-;Erico viu o tempo e o vento em Santo Amaro;Associação Rio-grandense de Imprensa;-;Somos todos mentirosos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo fez cinquenta anos;-;Erico, doutor Barnard em transplante de alma;-;Breves notas sobre 3 livros brasileiros;Solo de clarineta vol. 1 em edição portuguesa;O sr. Erico Verissimo e seu primeiro livro;Um escritor rio-grandense elogiado em São Paulo;A neurotic's terrible trek;-;Contistas gaúchos;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Verissimo habla de México
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Oswald de Andrade
Local não identificado
3 de fevereiro de 1942

-;-;Im traumdunkel des unbewussten;Erzählung aus der welt des abnormen;-;10 opiniões sobre Erico Verissimo;-;Cultura e felicidade;-;-;Erico Verissimo na Casa do Estudante;-;-;-;-;Erico Verissimo será homenageado hoje;Com cortinas ou sem elas Nuno Carlos Ruy foi arrojado!;-;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;Cerros, verdes e poentes;Erico: a volta de um velho senhor muito digno;Walt Disney e os seus bonecos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Notas sugeridas por um Solo de clarineta;Juca Pato é de quem não quer glórias;Erico Verissimo;-;-;-;Erico Verissimo visita de novo Portugal;Luis Fernando Verissimo;Erico Verissimo e cia.;-;-;Absolute power and absolute corruption;A volta do gato de sete fôlegos;A mulher na obra de Erico Verissimo IV;Erico, a admiração mais que merecida
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre leitura de livro e literatura. Pedido. Notícias sobre a vida profissional com referência a Livraria do Globo
Erico Verissimo
Local não identificado
3 de agosto de 1942

-;-;-;-;-;Das bildnis des Rodrigo Cambará;Frau vom gatten ermordet;A mulher na obra de Erico Verissimo: conclusão;-;-;-;Praia Vermelha;-;-;Um visto para o embaixador;-;-;-;-;Solo de clarineta I;-;-;-;Desculpem, mas não sou profundo;-;-;Alvaro Moreyra em Porto Alegre;-;O sr. Erico Verissimo;Erico Verissimo recebe o Juca Pato;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Carta do romancista Erico Verissimo ao escritor Edgard Cavalheiro;O sonho de Ana Maria;Erico Verissimo na Casa do Estudante;-;Sátira e amargura no romance de Verissimo;Erico Verissimo, escritor espontâneo;Josué Guimarães;-;Cirne Lima lembra origem de Cruz Alta e Erico Verissimo;-;Mexico always surprises;South Brazil introduction;-;O senhor embaixador começa como uma comédia e tem um fim trágico;O último romance de Erico;-
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre artigo. Agradecimento pelo convite
Erico Verissimo
Local não identificado
11 de março de 1950

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Michaux: biographie universelle;-;Fils d’Ossian;[A forca];O duo da Africana: Zarzuela;-;-;-;-;-;-;-;-;Decio de Almeida Prado fala-nos do Grupo Universitário de Teatro de São Paulo;Paiol Velho II;Le misanthrope;Autores nacionais;A estreia do Teatro Municipal;Hamlet;-;Ratos e homens;[Auto da compadecida] A nova encenação de A compadecida...;Futurismo e passadismo;Virtude e circunstância;O bezerro de ouro;Biedermann de M. Frisch;Do sexo e do amor;Teatro, década de 1920/Circo;Mito: sentido comum
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carta
Agradecimento por entrevista. Referência ao Clube Quarteirão no livro Paulo Emílio no Paraíso: 1930-1940
Heloisa Pontes
São Paulo
27 de junho de 1995

Cântico dos cânticos para flauta e violão;-;Mario Quintana
Arquivo/Coleção: Maurício Rosenblatt (MR)
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Cântico dos cânticos para flauta e violão
Poema
Oswald de Andrade
Local não identificado
dezembro de 1942

O êxito na terra substitui a esperança
Arquivo/Coleção: Paulo Mendes Campos (PMC)
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O êxito na terra substitui a esperança
Depoimento de Oswald de Andrade
Paulo Mendes Campos
Rio de Janeiro
8 de janeiro de 1950

Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público
Entrevista
Otto Lara Resende
Local não identificado
15 de maio de 1952

Você conhece? Uma pocilga chamada Brasil
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
036506.pdf
Você conhece? Uma pocilga chamada Brasil
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
12 de janeiro de 1992

Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Archive/Collection: Otto Lara Resende (OLR)
036433.jpg
Verde é verba
Artigo
Otto Lara Resende
Local não identificado
1982

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