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Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Panorama da baía de Guanabara a partir da ilha de Villegagnon
Registro feito da Ilha de Villegaignon, em que vemos ao fundo Flamengo, Glória, Pedreira (a Pedreira da Glória ou a Pedreira da Candelária, de onde saíam pedras para a construção dessas igrejas) e Sta. Thereza. A Ilha de Villegaignon foi o primeiro ponto tomado pelos franceses na Baía de Guanabara; foi assim nomeada por causa de Nicolau Durand de Villegaignon, o fundador da França Antártica. Aí foi instalada pelos franceses uma grande fortificação, mantida pelos portugueses mesmo depois da expulsão dos inimigos e reformada no século XVIII, com a instalação de uma bateria de canhões em circuito. Em 1938 a ilha transformou-se em sede da Escola Naval.
Georges Leuzinger
Ilha de Villegaignon
circa 1875

Cascata da Piabanha
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Cascata da Piabanha
O rio Piabanha é talvez o mais significativo de Petrópolis e pertence à bacia do rio Paraíba do Sul, a maior do Estado do Rio. Seu nome deriva de um dos principais peixes encontrados na bacia, o piabanha (Brycon insignes), que em tupi significa "o que é manchado".
Georges Leuzinger
Rio Piabanha
circa 1866

Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Itier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!".
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Pedras do Quebra Cangalha para baixo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Pedras do Quebra Cangalha para baixo
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1867

Tijuca
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0071.jpg
Tijuca
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Cascatinha da Tijuca
Retratada por todos os profissionais de fotografia no século XIX, a cascata da Tijuca também é conhecida como cascata Taunay, nome do artista francês que a pintou em 1820.
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca (Alto da Boa Vista)
circa 1865

Hotel Bennet
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Hotel Bennet
Hotel Bennet, nas montanhas tijucanas. Pertencente a um inglês, possuía instalações consideradas bastante modernas para a época. Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1866

Tijuca, Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Tijuca, Rio de Janeiro
Por volta de 1860 a Tijuca ainda não era um bairro bem delineado, mas antes um conjunto de chácaras e sítios com canaviais ou cafezais. Logradouros ali eram poucos nessa época, como a estrada do Andarái Pequeno e Andaraí Grande, hoje ruas Conde de Bonfim e Barão de Mesquita, respectivamente. Desde da década de 1850, por ordem de um Ministro do Império, o Barão do Bom Retiro, a montanha tijucana vinha sendo reflorestada, porque há muito havia sido tomada pelos devastadores cafezais e outras lavouras.
Georges Leuzinger
Tijuca
circa 1875

Pedra de Itapuca e o Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0067.jpg
Pedra de Itapuca e o Rio de Janeiro
Pedra de Itapuca, em Icaraí, e ao fundo, do outro lado da baía, a cadeia de montanhas que circunda a cidade do Rio de Janeiro, em vista a partir de Niterói. Em tupi-guarani Itapuca significa pedra furada. Até meados do século XIX a pedra era na verdade uma estrutura rochosa em forma de arco com um buraco no meio, só que parte dela foi demolida para facilitar a circulação entre as praias das Flexas e de Icaraí, com um cais e uma rua que fazia ligação ao bairro do Ingá.
Georges Leuzinger
Praia de Icaraí
circa 1867