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Música - Orquestra Sinfônica Brasileira
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036AMUSI0511F001
Música - Orquestra Sinfônica Brasileira
Concerto orfeônico no "Rex", em homenagem à Semana da Pátria.
Agência Nacional
Rio de Janeiro
setembro de 1944

Sobrado - reprodução
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado - reprodução
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Clemente ; Botafogo
1970s

Chalés
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Chalés
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e a abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. A faixa praieira do bairro contava com elegantes casarios, onde moravam os membros da boa sociedade carioca.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua 19 de Fevereiro ; Botafogo
1970s

Arcos da Lapa (Aqueduto da Carioca)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Arcos da Lapa (Aqueduto da Carioca)
O Aqueduto da Carioca, mais conhecido hoje como Arcos da Lapa, foi construído em 1740 como esforço de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. Somente em 1896 é que o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. A construção, feita de granito, argamassa de cal, areia e azeite de peixe, foi posta a teste antes de ser adaptada ao serviço de transporte.
Augusto Carlos da Silva Telles
Lapa
1970s

Catedral Presbiteriana
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Catedral Presbiteriana
Em estilo neogótico, a Catedral Presbiteriana da rua Silva Jardim, antiga travessa da Barreira, foi construída em 1934. Os primeiros presbiterianos instalaram-se no Brasil em 1859, mas somente em 1891 foi permitido aos protestantes erguerem seus templos. O atual templo foi projetado pelo engenheiro Ascânio Vianna e pelo reverendo Mattathias, que se inspiraram na Catedral luterana de Colônia, na Alemanha, e na Catedral de Notre Dame, na França. Antes de ir para as cercanias da praça Tiradentes a igreja passou por diversos pontos da cidade, em edifícios bastante singelos. Inicialmente a atual catedral não possuía torres nem relevos na fachada, mas os belos vitrais já se destacavam.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Silva Jardim ; Centro
1970s

Igreja da Candelária
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Candelária
A igreja da Candelária foi construída no século XVII por um casal de espanhóis que, ao quase naufragarem devido a uma tempestade, haviam prometido erguer uma igrejinha dedicada a Nossa Senhora da Candelária na primeira terra onde aportassem se escapassem com vida. Em 1710 a primitiva igreja foi reformada e na segunda metade do século XVIII foi ampliada, num projeto do engenheiro militar português João Francisco Roscio. As obras começaram em 1775 e a nova igreja foi inaugurada em 1811, ainda inacabada, com a presença de D. João VI. A igreja, que foi sendo modificada ao longo dos anos, possui planta em cruz latina e fachada barroca em cantaria. No interior neoclássico, todo revestido de mármore, há murais pintados por João Zeferino da Costa.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória
A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II, ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente em 1872 a igreja foi terminada.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo do Machado
1970s

Igreja da Lapa dos Mercadores - fachada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Lapa dos Mercadores - fachada
A igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, localizada na rua do Ouvidor, no centro histórico da cidade, começou a ser construída em 1747 no local onde havia um oratório dedicado a Nossa Senhora da Lapa, onde os comerciantes - chamados na época de mercadores - reuniam-se para rezar. Em 1750 a igreja foi sagrada e, cinco anos depois, concluída. Passou por obras de remodelação de 1869 a 1872, tendo sua fachada refeita, a torre sineira construída e a obra da talha do interior completada. Sua decoração interior foi feita em dois momentos, uma no final do século XVIII ou início do século XIX, com elementos rococó, e outra entre 1870 e 1872. A imagem de Nossa Senhora da Lapa, que pertencia ao primitivo altar público, faz parte do acervo artístico da Irmandade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Ouvidor ; Centro
1970s

Igreja da Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Imaculada Conceição
A Igreja da Imaculada Conceição, na Praia de Botafogo, foi projetada em 1866 pelo padre salesiano francês Júlio Clemente Clavelin, que viera ao Brasil para dirigir um colégio em Minas Gerais. Belo templo em estilo neogótico, com fachada em cantaria (retirada dos morros da Viúva e do Pasmado), possui uma grande torre sineira central e delicados pináculos ao longo da fachada. Sua construção teve início somente em 1886 e foi inaugurada em 1892.
Augusto Carlos da Silva Telles
Botafogo
1970s