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Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0007.jpg
Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Canoa no rio Japurá levando produtos ao mercado de Coari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0017.jpg
Canoa no rio Japurá levando produtos ao mercado de Coari
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Indígenas vindo de Nova Granada (território da atual Colômbia), pela margem esquerda do rio Japurá, trazendo mercadorias para negociar, depois de uma viagem de 12 meses. Depois de comercializarem, eles rapidamente faziam a viagem de volta.
Albert Frisch
Rio Japurá
1868

Remadores bolivianos embarcam no porto de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0018.jpg
Remadores bolivianos embarcam no porto de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Bateliers Boliviens" [Barqueiros bolivianos] s’embarquant dans le port de Manáos [embarcando no porto de Manaus]", na prancha de nº 94.
Albert Frisch
Porto de Manaus
1868

Escravizados transportando homem numa liteira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0078.jpg
Escravizados transportando homem numa liteira
Como a maioria de seus contemporâneos, Alberto Henschel dedicou-se principalmente ao retrato, tendo produzido uma importante série sobre os indivíduos escravizados no Brasil. A série conta com pelo menos quarenta imagens, tiradas em estúdios nas cidades de Recife, Rio de Janeiro e Salvador.
Alberto Henschel
Salvador
circa 1869

Povoação de Tonantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0040.jpg
Povoação de Tonantins
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. O fotógrafo Albert Frisch acompanhou a expedição do engenheiro alemão Franz Keller-Leuzinger, genro de Georges Leuzinger, à Amazônia no final da década de 1860. Keller-Leuzinger trabalhava na exploração e medição de rios brasileiros, e nesta empreitada contaria com o registro de Frisch, cujas fotos foram editadas posteriormente em um álbum pelo ateliê fotográfico de Leuzinger. Frisch, no entanto, acompanhou o engenheiro somente até Manaus, seguindo pelo rio Solimões (que, na época, era conhecido como Alto Amazonas) em um vapor até Iquitos, no Peru, para realizar seu projeto fotográfico. Na volta, o fotógrafo veio acompanhado por remadores em um barco (retratado em primeiro plano) que transformou-se em seu lar e laboratório durante os meses que duraram sua expedição.
Albert Frisch
AM
1868

Tocantins - Vapor "Bravo"
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0041.jpg
Tocantins - Vapor "Bravo"
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. "Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Le Lac de Tonantins - avec le vapeur Bravo [O lago de Tonantins - com o vapor bravo]", na prancha de nº 15.
Albert Frisch
AM
1868

Indígenas do povo Miranha em embarcação no rio Curuá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0042.jpg
Indígenas do povo Miranha em embarcação no rio Curuá
Os Miranha habitavam a região do Amazonas e Colômbia, tendo sido considerados "bárbaros" por muitos naturalistas com quem travaram contato.
Albert Frisch
AM
1868

Autorretrato de Frisch no Tarumã, afluente do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0002.jpg
Autorretrato de Frisch no Tarumã, afluente do rio Negro
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Tarumá", com a seguinte descrição: confluent du Rio Negro, avec le canot du photographe [confluente do Rio Negro, com a canoa do fotógrafo]", na prancha de nº 97.
Albert Frisch
Rio Tarumã
circa 1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0008.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

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