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Fazenda do Quititi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda do Quititi
A fazenda do Quitite ficava na região do Anil, em Jacarepaguá. O dono era o cafeicultor Marcos Antonio Deslesdenier. A estrada do Quititi era uma das vias no interior da propriedade. Na década de 1960, quando exercia o cargo de presidente da República, João Goulart (1918-1976) possuía casa de veraneio no final da estrada do Quitite. Era o sítio Capim Melado. Hoje, o local é um condomínio fechado, mas a casa principal do sítio, toda feita de pedra, ainda existe.
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865

Fazenda de Quititi
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Fazenda de Quititi
Secagem de café na Fazenda Quitito, em Jacarepaguá.
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865

Fazenda do Quitite
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3FG05-021.jpg
Fazenda do Quitite
Georges Leuzinger
Estrada da Fazenda do Quitite ; Jacarepaguá
circa 1870

Retrato de mulher não identificada
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retrato de mulher não identificada
Marc Ferrez
Atual rua Retiro dos Artistas ; Pechincha ; Jacarepaguá
circa 1912

Fazenda do Quitite
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Fazenda do Quitite
Georges Leuzinger
Jacarepaguá
circa 1865

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036ACASA0076F003.jpg
Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931

Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Arquivo/Coleção: Diários Associados
036ACASA0076F004.jpg
Casa dos artistas, também conhecida como Retiro dos Artistas
Inspirado na Maison de Répos de Artistes Dramatiques Français, fundada em 1840 pelo barão Isidore Taylor (1789 - 1879), nos arredores de Paris, o ator Leopoldo Fróes (1882 - 1932) criou no Rio de Janeiro, então a capital administrativa e cultural do Brasil, a Casa dos Artistas, destinada a profissionais idosos que viveram da música, do teatro, do cinema, da televisão, do rádio ou do circo, tanto como estrelas como atuando nos bastidores. Foi oficialmente fundada em 13 de agosto de 1918, no Teatro Trianon, por 68 profissionais. Seus primeiros presidente e vice-presidente foram os atores Leopoldo Fróes e Eduardo Leite (1868 - 1920), eleitos poucos dias depois. A sede social da Casa dos Artistas ficava na rua Espírito Santo, 53. O terreno do Retiro dos Artistas, localizado em Jacarepaguá, foi doado pelo tcheco Frederico Figner (1866 - 1947), fundador da Casa Edison, pioneiro na comercialização de fonógrafos no Brasil. A primeira sede do Retiro dos Artistas foi inaugurada em 25 de abril de 1919 (A Noite, 26 de abril de 1919, primeira coluna). A pedra fundamental da atual sede, no mesmo terreno da primeira, foi lançada em 20 de novembro de 1922, e a inauguração aconteceu em 20 de janeiro de 1925
Jacarepaguá
1931