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Arquivo/Coleção: Otto Stupakoff
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Carybé posando para Otto Stupakoff, fotografados por assistentes.
Otto Stupakoff
Salvador
1978

Carybé (Hector Bernabó)
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Carybé (Hector Bernabó)
O pintor Hector Julio Paride Bernabó, mais conhecido como Caribé, nasceu em Lanus, Argentina, em 1911, filho de mãe gaúcha e pai italiano. O nome artístico adotado - depois que ele chegou ao Brasil - era o mesmo de um mingau que ele tanto adorava. Antes de se instalar em Salvador, morou com a família no Rio de Janeiro. Nessa época ele já possuía trabalhos de publicidade para jornais do Rio, São Paulo e Buenos Aires, além de cartazes de rua. Chegou a Salvador com o objetivo de fazer uma reportagem sobre o cangaceiro Lampião e seu bando, mas eles já estavam mortos (o pintor teve de contentar-se em desenhar as cabeças decapitadas do grupo). Em 1950, por intermédio de Anísio Teixeira, então secretário de Educação da Bahia, conseguiu um emprego para desenhar cenas baianas. Nesse mesmo ano colocava algumas de suas obras em galerias de arte da capital paulista. Artista prolixo, produziu cerca de 5.000 obras, entre pinturas, desenhos, esculturas, esboços (entre os quais para cenas de filmes) e ilustrações para livros. Caribé soube como ninguém retratar as cenas de candomblé da Bahia, e foi numa cerimônia no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, em Salvador, que o pintor faleceu, aos 86 anos.
Madalena Schwartz
Brasil
1981