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Cidade baixa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0018.jpg
Cidade baixa
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Cais das Amarras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0020.jpg
Cais das Amarras
Vista da Cidade Baixa, a planície litorânea que se estende ao longo do mar e se alarga na altura da península de Itapagipe. Está ligada à Cidade Alta - que, como o nome diz, é a parte mais alta do relevo de Salvador - através do Elevador Lacerda, construído em fins do século XIX.
Autoria não identificada
Cidade Baixa
circa 1875

Bahia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0023.jpg
Bahia
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Vista da cidade alta
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0026.jpg
Vista da cidade alta
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Bahia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0090.jpg
Bahia
Rudolf Hauthal
BA
circa 1907

Aspectos urbanos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm51-0500a.jpg
Aspectos urbanos
Autoria não identificada
Belém
circa 1865

Panorama de Botafogo; tomada do Morro do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0011.jpg
Panorama de Botafogo; tomada do Morro do Corcovado
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1900

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0012.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1912

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0014.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de 1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1910