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Rua Direita, atual Primeiro de Março
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua Direita, atual Primeiro de Março
A rua Direita, atualmente chamada rua Primeiro de Março, nasceu como um prolongamento da Rua da Misericórdia.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça D. Pedro II (atual Praça XV de Novembro) e arredores vistos do Morro do Castelo; ao centro, a igreja de São José e o passadiço ligando o Paço Imperial ao Convento do Carmo
Vista tomada a partir do Morro do Castelo, no ponto onde hoje está a Avenida Erasmo Braga.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1860

Largo do Paço visto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo do Paço visto do morro do Castelo
Conhecido no século XIX ora como Largo do Paço, ora como Praça D. Pedro II, o logradouro abriga prédios importantes da arquitetura brasileira, como o Paço Imperial, o convento do Carmo, a Capela Imperial e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Depois da proclamação da República passou a chamar-se Praça 15 de Novembro. Um dos destaques da praça é o Chafariz da Pirâmide, mandado construir por Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, em 1747, só ficando pronto em 1752. Foi removido para junto do cais construído no vice-reinado de D. Luís de Vasconcelos e Souza, por volta de 1779, e passou por uma reforma feita por Mestre Valentim, que acrescentou adornos novos e mais vistosos (como as armas do vice-rei e a inscrição latina numa lápide). Pelo chafariz jorrava água fresca da fonte da Carioca para o povo e marinheiros. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Nova Friburgo, Atual Museu da República
O atual Museu da República está sediado em um prédio construído para servir de residência ao Barão de Nova Friburgo, Antônio Clemente Pinto, comerciante e fazendeiro de café. A construção, iniciada em 1858, foi concluída nove anos depois. Mais tarde, com o advento da República, em 1897, o palacete tornou-se o símbolo da República brasileira ao servir de sede do Poder Executivo e palácio presidencial, logo sendo conhecido com Palácio do Catete. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

Cais Pharoux e adjacências
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Cais Pharoux e adjacências
Vista panorâmica da marinha da cidade, a partir da ilha das Cobras. Vê-se a igreja da Candelária, com a cúpula ainda em construção. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Vista panorâmica do Centro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Centro
Vista do Centro do Rio de Janeiro, da Ponta do Calabouço à Alfândega, a partir da Ilha das Cobras. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
A Academia que vemos ao centro foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1865