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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Memória do Cangaço, Subterrâneos do Futebol, Viramundo e Nossa Escola de Samba, integraram a denominada Caravana Farkas. Foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários. Memória do Cangaço foi produzido em 35mm, os demais documentários foram adaptados, ampliados para 35mm e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970.
Autoria não identificada
Salvador
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
Avenida Paulista
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF047906.jpg

Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF047902.jpg

Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF047114s23.jpg

Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

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Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TF047113s22.jpg

Documentação da saga dos migrantes de origem rural nordestina, em sua chegada ao maior centro industrial do país. Viramundo, Memória do Cangaço, Nossa Escola de Samba e Subterrâneos do Futebol foram produzidos em 1964 e apresentados em 1965, com o apoio e participação de Thomaz Farkas, como produtor e, algumas vezes, diretor de fotografia dos documentários, que deram nome a chamada Caravana Farkas. Os documentários foram adaptados, ampliados para 35mm (exceto Memória do Cangaço que já foi filmado nesse formato) e reunidos numa versão de longa-metragem para exibição comercial, com o título Brasil Verdade, em 1970. A fotografia de Viramundo foi de Thomaz Farkas e Armando Barreto.
Autoria não identificada
São Paulo
1964

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915