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Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de outubro de 1977

Um velho papo furado: ninguém mais lê nada
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
036294.pdf
Um velho papo furado: ninguém mais lê nada
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
15 de março de 1992

Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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Um anjo mudou de endereço
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
3 de junho de 1979

Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
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Túnel, porão ou debaixo da cama
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de julho de 1977

Todas as crianças cabiam no seu coração
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036070.pdf
Todas as crianças cabiam no seu coração
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
29 de março de 1992

Réquiem para dois rapazes
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Réquiem para dois rapazes
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
15 de agosto de 1991

Quem vê cara
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Quem vê cara
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
29 de março de 1992

Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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Que rei sou eu?
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
10 de agosto de 1980

Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Os ladrões, o tema social nos contos do Sul
Resenha
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
27 de março de 1971