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Mulheres no mercado
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Mulheres no mercado
Quatro mulheres negras, quitandeiras, com vestimentas típicas vendendo frutas dispostas em cestos, junto a muro de pedras. Ao fundo, à esquerda, vê-se um galpão com três homens em pé.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1875

Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Retrato de mulher negra com criança às costas e cesto de bananas na cabeça
Retrato de mulher negra de perfil, com vestimentas brancas e turbante na mesma cor, enrolada num manto listrado. Carrega cesto de bananas na cabeça e criança nas costas, enrolada no manto listrado.
Marc Ferrez
Salvador
circa 1885

Comércio de frutas no Mercado dos Caipiras
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Comércio de frutas no Mercado dos Caipiras
Mulher e homem de camiseta listrada arrumam frutas em pilhas no chão. Ao fundo, anexo do Mercado Municipal, conhecido como mercado dos caipiras, onde se vendia aves, ovos, hortaliças e miudezas, provavelmente visto aqui na face da rua 25 de Março.
Vincenzo Pastore
Mercado dos Caipiras, anexo ao Mercado Municipal da Rua 25 de Março com Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Comércio em frente ao Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Comércio em frente ao Mercado Municipal
Grupo de pessoas negociam mercadorias no chão, em frente ao Mercado Municipal, na rua 25 de Março com General Carneiro. No primeiro plano, homem reclinado sobre cesta.
Vincenzo Pastore
Esquina da Rua 25 de Março com a Rua General Carneiro ; Sé
circa 1910

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Vendedor de Umbu
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedor de Umbu
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Salvador
1981

Vendedor de Manga
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedor de Manga
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1981

Carregador de Bananas
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Carregador de Bananas
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1981

Vendedora de Cajus
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedora de Cajus
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

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