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Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
dezembro de 1965

Avenida Beira Mar
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Beira Mar
Construída em 1903, a Avenida Beira-Mar foi projetada para ligar o bairro de Botafogo à Avenida Central, durante a reforma urbana empreendida no início do século 20, conhecida como Reforma Pereira Passos.
José Medeiros
Centro
1960

O compositor Tom Jobim
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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O compositor Tom Jobim
Antonio Carlos Jobim nasceu no dia 25 de janeiro de 1927 numa casa na Tijuca, e em 1931 mudou-se com os pais para a então distante e desabitada Ipanema. A família logo mudou-se novamente para Copacabana, mas com a morte do pai e o segundo casamento da mãe, retornaram a Ipanema, onde Tom cresceu cercado pela natureza. Seu primeiro contato com a música foi aos 14 anos, quando se deparou com um piano na garagem, alugado para as lições da irmã mais nova. Além do piano, aprendeu a tocar flauta e violão, e formou ainda um conjunto de gaitistas. Chegou a ingressar na faculdade de Arquitetura, mas não passou do primeiro ano. Na década de 1950 começou a tocar piano na Rádio Clube do Brasil, ao mesmo tempo em que tocava na noite do Rio de Janeiro. Estreou em discos em abril de1953, como compositor do samba-canção "Incerteza", feito em parceria com Newton Mendonça. Seu primeiro sucesso foi "Tereza da Praia", em parceria com Billy Blanco. Em 1956 foi apresentado ao poeta Vinícius de Moraes, que procurava um parceiro para compor a música da ópera "Orfeu da Conceição". Foi o começo de uma grande amizade e uma das maiores parcerias da música brasileira. Em 1957 Tom Jobim reencontra o baiano João Gilberto, que conhecera poucos anos antes, e fica impressionado com a batida diferente de seu violão, que seria o embrião da Bossa Nova. Surgindo com força no ano seguinte, o novo ritmo foi consagrado internacionalmente em 1962, quando Tom e João Gilberto, entre outros, fizeram um célebre show no Carnegie Hall de Nova York. No ano seguinte Jobim compôs com Vinícius de Moraes uma de suas mais famosas canções, "Garota de Ipanema". Com o sucesso de suas canções no cenário internacional, Tom voltou aos Estados Unidos em 1967 para gravar com Frank Sinatra, considerado um dos maiores cantores norte-americanos. Na década de 1970 Tom participou de festivais da canção produzidos por emissoras de TV, e num deles foi vitorioso por sua parceria com Chico Buarque em "Sabiá". Pianista, compositor, cantor, arranjador e às vezes violonista, Tom Jobim, considerado um dos maiores nomes da música brasileira, faleceu em Nova York em 8 de dezembro de 1994.
José Medeiros
Brasil
circa 1955

Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Em meados do século XVIII a Lapa era uma praia, conhecida como das Areias de Espanha. A explicação para o nome não é muito clara, mas alguns pesquisadores sustentam que poderia se referir à semelhança das areias cariocas com a areia das praias espanholas. Entre a praia e um morro próximo, chamado das Mangueiras, havia apenas um campo despovoado, e foi aí que o padre Ângelo Siqueira Ribeiro do Prado começou a levantar em 1751 um seminário e uma capela em louvor à Nossa Senhora da Lapa. Padre Ângelo faleceu no início do século XIX e então a capela foi cedida, em 1810, aos frades carmelitas, desde 1808 desalojados do convento construído por eles, localizado em frente ao Paço Imperial e então ocupado pela rainha D. Maria I, a Louca. Os carmelitas então ampliaram o seminário e transformaram a capela em igreja, colocando no altar-mor a imagem da padroeira num camarim talhado por Mestre Valentim. A capela vizinha ao seminário, datada de 1773, pertence à Irmandade do Divino Espírito Santo, que promovia grandes festas que mobilizavam toda a cidade. O Largo primitivo passou a chamar-se da Lapa na época de D. João VI. O bairro, aliás, havia sido batizado Lapa do Desterro por ter nascido à sombra do Morro do Desterro, que foi renomeado Morro de Santa Teresa. A despeito de toda atmosfera religiosa na qual surgiu, a Lapa ficou mais conhecida como um bairro boêmio, com uma intensa vida noturna. Se antes era ponto de encontro de malandros e jogadores nos inúmeros cabarés das redondezas, hoje abriga casas de espetáculos e bares que atraem principalmente a juventude da cidade.
José Medeiros
Lapa
circa 1955

Desfile de 7 de Setembro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Desfile de 7 de Setembro
Desfile em comemoração ao dia da independência brasileira, proclamada por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822. Os desfiles atraem gente de toda a cidade para assistir à exibição das Forças Armadas - Exército, Marinha e Aeronáutica -, Corpo de Bombeiros e corporações policiais.
José Medeiros
Rio de Janeiro
circa 1955

Avenida Atlântica
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Avenida Atlântica
A Avenida Atlântica teve sua urbanização ou construção no início do século XX, quando Pereira Passos era prefeito da cidade. Era ainda bastante rústica, e só teve sua aparência melhorada na gestão do prefeito Paulo de Frontin, em 1919. Um ano depois, em 1920, foi em parte destruída por uma forte ressaca, tendo sido reconstruída pelo também prefeito Carlos Sampaio. É uma das principais ruas do bairro.
José Medeiros
Copacabana
circa 1955

Brotinho Ivanira na praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Brotinho Ivanira na praia de Ipanema
Mulher posando na praia de Ipanema usando os típicos óculos de gatinhos dos anos 1950, para matéria da revista "O Cruzeiro".
José Medeiros
Praia de Ipanema
circa 1955

Linha de bonde
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Linha de bonde
José Medeiros
Rio de Janeiro
1960

Arnaldo Jabor
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Arnaldo Jabor
Arnaldo Jabor nasceu no Rio de Janeiro em 1940. É cineasta, e atualmente jornalista e escritor. Em 1962 trabalhava como jornalista em "O Metropolitano", ligado ao movimento estudantil. Como cineasta, dirigiu os filmes "Pindorama" (1970), "Toda Nudez Será Castigada" (1973) e "Eu Sei Que Vou Te Amar" (1984). Foi colaborador semanal na Folha de S. Paulo, na década de 1980, e a partir de 1995 tornou-se comentarista do Jornal Nacional, na TV Globo. Jabor já lançou seis coletâneas de crônicas: "Os Canibais estão na Sala de Jantar" (1993), "Brasil na Cabeça" (1995), "Sanduíches de Realidade" (1997), "A Invasão das Salsichas Gigantes" e "Amor é Prosa, Sexo é Poesia" (2004) e "Porno-política" (2006).
José Medeiros
Brasil
circa 1960

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