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Companhia Telefônica Brasileira no Rio de Janeiro - Sala de operação
Archive/Collection: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Companhia Telefônica Brasileira no Rio de Janeiro - Sala de operação
O telefone, inventado em 1876 por Alexander Graham Bell, chegou ao Brasil no ano seguinte, pouco tempo depois de ser exposto na Filadélfia. O primeiro aparelho foi fabricado pela Western and Brazilian Telegraph Company especialmente para o imperador D. Pedro II, e foi instalado no palácio de São Cristóvão. Em 1879, Charles Paul Mackie ganhou a primeira concessão para a instalação de uma rede telefônica no país, e, no ano seguinte, estava formada a Telephone Company of Brazil, a primeira companhia telefônica nacional. A companhia foi instalada em janeiro de 1881 no Rio de Janeiro, e, no ano seguinte, novas concessões começaram a ser dadas a outros estados, incluindo São Paulo, Florianópolis e Curitiba. Os primeiros telefones de uso público, conhecidos como TPs, surgiram nos Estados Unidos em 1878, e eram aparelhos comuns instalados em uma espécie de estações telefônicas. Tais estações eram, na verdade, salas com uma atendente para fazer a cobrança e eventualmente ajudar o usuário. Já em meados dos anos 1880 foram criadas caixas coletoras, que eram de dois tipos: uma, integrada ao telefone, ficava em postos telefônicos pertencentes às companhias, que cobravam uma tarifa para sua utilização; a outra, adaptada ao aparelho comum, era instalada em estabelecimentos comerciais que tivessem contrato com a companhia telefônica. Em 1916 a Companhia de Telephone Interestadoaes, a principal empresa de telefonia no Estado de Minas, tornou-se um dos ramos da Rio de Janeiro and São Paulo Telephone Company, mais tarde - em 1923 - Companhia Telefônica Brasileira (CTB). A década de 1920 foi marcada pela inauguração de centrais telefônicas no Rio de Janeiro e São Paulo, para atender à crescente demanda pelo uso do telefone. Os funcionários encarregados no atendimento ao público eram, em sua esmagadora maioria, mulheres, as telefonistas, consideradas, inclusive. uma das pioneiras no trabalho feminino no Brasil.
Augusto Malta
Estação Jardim
11 de fevereiro de 1921

Vista aérea do Rio de Janeiro, da Praça Mauá para a zona sul, tendo ao fundo o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Vista aérea do Rio de Janeiro, da Praça Mauá para a zona sul, tendo ao fundo o Pão de Açúcar
Foto panorâmica do Rio de Janeiro, em que observamos a praça Mauá na parte inferior da fotografia, a Avenida Rio Branco cruzando todo o centro do Rio e o Palácio Monroe no final. À esquerda, a área plana era o morro do Castelo que na Prefeitura de Henrique Dodsworth foi totalmente destruído. No primeiro plano, o prédio "A Noite", onde nos últimos 3 andares, desde 1936, funcionava a Rádio Nacional. Nota-se que a Avenida Presidente Vargas ainda não havia sido construída.
Augusto Malta
Centro
circa 1929

Navio HMS "EAGLE" e o Morro do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Navio HMS "EAGLE" e o Morro do Pão de Açúcar
HMS-Eagle, um dos maiores navios aeródromos britânicos do pós-guerra, navegando na Baía de Guanabara.
Augusto Malta
Baía de Guanabara
circa 1927

Morro de Pão de Açúcar visto da Praia do Flamengo
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Morro de Pão de Açúcar visto da Praia do Flamengo
Augusto Malta
Flamengo
circa 1926

Vista da cidade; em primeiro plano, o Gasômetro
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Vista da cidade; em primeiro plano, o Gasômetro
A fábrica do Barão de Mauá perto do Canal do Mangue chamava-se oficialmente Companhia de Iluminação a Gás, e, em 1865, foi vendida para uma empresa canadense, que assumiu o serviço de gás através da Rio de Janeiro Gas Company Limited. Em 1876 a concessão do abastecimento de gás passou para a empresa belga Société Anonyme du Gaz (SAG), que por sua vez passou a ser controlada pela The Rio de Janeiro Tramway Light and Power Company Limited (Light), a partir de 1910. Para ampliar a produção de gás na cidade, a SAG decidiu construir, em 1911, uma nova fábrica no bairro de São Cristóvão. É esta fábrica que podemos ver na fotografia de Malta.
Augusto Malta
São Cristóvão
circa 1926

Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, é que a iluminação pública começou a ser modificada, transformando a luz à gás para luz incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público dos bondes e das linhas telefônicas.
Augusto Malta
Praça Mauá ; Centro
1921

Praça Mauá; substituição da iluminação à gás por incandescente
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Praça Mauá; substituição da iluminação à gás por incandescente
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, é que a iluminação pública à gás começou a ser substituída por incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público (bondes) e das linhas telefônicas.
Augusto Malta
Centro
1921

Praça Mauá; substituição da iluminação à gás por incandescente
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Praça Mauá; substituição da iluminação à gás por incandescente
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, é que a iluminação pública à gás começou a ser substituída por incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público (bondes) e das linhas telefônicas.
Augusto Malta
Centro
10 de fevereiro de 1921

Avenida Delfim Moreira - substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Delfim Moreira - substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, que a iluminação pública começou a ser modificada, transformando a luz à gás para luz incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público dos bondes e das linhas telefônicas. A Avenida Delfim Moreira foi alargada na prefeitura do engenheiro Paulo de Frontin, em 1919.
Augusto Malta
Leblon
10 de fevereiro de 1921