Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Vista do Bairro do Flamengo e do Morro do Pão de Açucar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002001MF002003.jpg
Vista do Bairro do Flamengo e do Morro do Pão de Açucar
Vista da entrada do Rio e do bairro do Flamengo, com os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, ao fundo. À direita, no centro da imagem, a entrada da enseada de Botafogo. À esquerda, pode-se ver a Igreja de Nossa Senhora da Glória, no largo do Machado.
Marc Ferrez
Flamengo e baía de Guanabara
circa 1890

Vista das docas e do Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002001MF002004.jpg
Vista das docas e do Arsenal da Marinha
Vista das docas e armazéns do porto, na região da Rua Visconde de Itaboraí, e da Igreja da Candelária.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1890

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002001MF003002.jpg
Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre, trecho da estrada de ferro para o Corcovado, inaugurada em 9 de outubro de 1884. O trenzinho a vapor que se vê na imagem foi substituído por um trem elétrico em 1910. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1900

Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002001MF005003.jpg
Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Largo da Sé. Em destaque, à direita, a catedral e, à esquerda, a igreja de São Pedro dos Clérigos.
Marc Ferrez
Largo da Sé
circa 1880

Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002003AM002.jpg
Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Augusto Malta
Centro
24 de julho de 1906

Viaduto do Chá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002004aGA011.JPG
Viaduto do Chá
O Viaduto do Chá foi idealizado em 1877, mas só começou de fato a ser construído em 1888. Porém, por oposição de moradores importantes da região, como o Barão de Tatuí, que teria sua casa desapropriada, a obra do viaduto foi embargada. Somente em 1889, após uma manifestação onde os populares, munidos de picaretas derrubaram parte de uma parede da casa do Barão de Tatuí, forçando este a se mudar, a obra do viaduto foi retomada. Originalmente, a Companhia Ferrocarril, responsável pelo viaduto, cobrava 3 vinténs de pedágio para atravessar o viaduto. É considerado o primeiro viaduto de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Vale do Anhangabaú
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002004aGA012.JPG
Vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Mais ao fundo está o prédio onde funcionava a agência do Almanak Laermmet. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Palacete Prates (Automóvel Clube)
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002004aGA013.JPG
Palacete Prates (Automóvel Clube)
Os Palacetes Prates, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Jardins do vale do Anhangabaú
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002004aGA014.JPG
Jardins do vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1925

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas

Suportes