Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Revolta Naval - outra entrada para o Batalhão Naval, onde os revoltosos assentaram um canhão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001011.jpg
Revolta Naval - outra entrada para o Batalhão Naval, onde os revoltosos assentaram um canhão
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilhas das Cobras ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; metralhadora em área destruída, voltada para o Arsenal da Marinha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001012.jpg
Revolta Naval; metralhadora em área destruída, voltada para o Arsenal da Marinha
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras ; Centro
dezembro de 1910

Revolta Naval; canhão em frente ao Batalhão Naval, apontado para o Cais Pharaux
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AN16001013.jpg
Revolta Naval; canhão em frente ao Batalhão Naval, apontado para o Cais Pharaux
A Revolta do Batalhão Naval, conflito que se deu em apenas 18 horas (das 21h do dia 9 de dezembro de 1910 às 15h do dia seguinte), pouco depois da Revolta da Chibata, desencadeada na manhã de 22 de novembro daquele ano. Apesar de rápido, o levante que teve como foco a Ilha das Cobras serviu para anular os efeitos da anistia concedida aos marinheiros da Chibata, a pretexto de terem dado apoio ao novo movimento.
Autoria não identificada
Rua da Pedreira ; Centro
dezembro de 1910

Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ4210.jpg
Tropas na avenida Rio Branco; ao fundo, o Morro do Castelo
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1915

Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ6415.jpg
Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, atual sede da ALERJ ; Rua Primeiro de Março ; Centro
16 de julho de 1934

Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002080RJ6708.jpg
Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
O cortejo real de regresso dos reis belgas partiu para a praça Mauá, passando pela rua Paissandu, e pelas avenidas Beira-Mar e Rio Branco. Foram aclamados por todo o trajeto, que contava com tropas de terra e de mar, sob o comando do general Luiz Barbedo. No cais Mauá, foram recebidos por várias autoridades. Embarcaram com o príncipe Leopoldo, com Epitácio Pessoa e sua esposa, e com mais algumas autoridades e membros de sua comitiva no galeão Dom João VI em direção ao encouraçado São Paulo.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
16 de outubro de 1920

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC088.jpg
Menina durante blitz da polícia civil em comunidade na zona norte
Custodio Coimbra
Zona Norte
1990

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC113.jpg
Medo no Largo do Boiadeiro, porta de entrada da Rocinha, durante tiroteio
Custodio Coimbra
Rocinha
9 de maio de 2006

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002107CC114.JPG
Ocupação do Exército no Morro do Alemão
Custodio Coimbra
Complexo do Alemão ; Zona Norte
13 de junho de 2007