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Teatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Teatro Municipal
Em estilo eclético, o Teatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Teatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé. Fotografia integra "Álbum de amador navegante ", formado por 200 fotografias, que retratam uma viagem de navio pelo Brasil e por outros países da América do Sul e Central.
Autoria não identificada
Vale do Anhangabaú ; Centro
circa 1915

Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama de Manaus, com destaque para o Teatro Amazonas
George Huebner
Centro
circa 1900

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Theatro Municipal
O Teatro Municipal de São Paulo, projetado pelo arquiteto Ramos Azevedo, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Desde o fim do século XVIII, no entanto, a aristocracia paulista já pleiteava um teatro onde pudesse receber grandes companhias estrangeiras, uma vez que o único teatro da cidade, o São José, havia sofrido um incêndio e não encontrava-se em condições de receber grandes montagens teatrais. O terreno escolhido para a nova casa de espetáculos, no Morro do Chá, foi comprado em 1902, e Ramos de Azevedo inspirou-se na Ópera de Paris para fazer sua obra. Além de óperas, o Municipal foi palco de importantes manifestações culturais, como a Semana de Arte Moderna de 1922.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú, Centro
circa 1915

Teatro São José
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro São José
O primitivo Teatro São José foi oficialmente inaugurado em 4 de setembro de 1864 com a apresentação da peça "A Túnica de Nessus", de Sizenando Nabuco, irmão de Joaquim Nabuco. O teatro vinha, de certa forma, suprir a necessidade do paulistano de um teatro maior e em melhores condições que a Casa da Ópera, considerada já bastante modesta. Localizava-se no Largo Municipal, hoje praça João Mendes, e durante muito tempo ficou sem acabamento no exterior e sem decoração interna. Na madrugada de 15 de fevereiro de 1898 o teatro sofreu um grande incêndio, que o destruiu por completo. Foi reconstruído na rua Xavier de Toledo, fazendo esquina com o Viaduto do Chá e a rua Formosa, no centro da cidade. Na década de 1920 o prédio foi demolido e em seu lugar foi construída a sede da empresa canadense Light and Power Company, que hoje funciona como um shopping center.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1908

Teatro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Teatro
Guilherme Santos
Centro
circa 1915

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Teatro João Caetano
Autoria não identificada
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1922

"Por baixo" (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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"Por baixo" (reprodução de periódico)
Elenco do prólogo da revista "Por baixo", de autoria de Benjamin de Oliveira, encenada no Circo Spinelli.
1912

"Fandanguassu" (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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"Fandanguassu" (reprodução de periódico)
Cena do final do terceiro ato da revista "Fandanguassu", de Carlos Bittencourt e Luiz Moreira. Ao centro, de braços abertos, está o ator Leonardo [José Gonçalves Leonardo] interpretando Morcego [Norberto do Amaral Júnior], folião do Clube dos Democráticos. José Gonçalves Leonardo (1859 - São Paulo, 1917): ator, cantor e comediante. Morcego [Norberto Augusto Freire do Amaral Júnior] (?? - Rio de Janeiro, 17/05/1938): folião tradicional do Clube dos Democráticos.
Teatro São Pedro - Centro
1913

"Dengo-dengo" (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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"Dengo-dengo" (reprodução de periódico)
Cenas da revista "Dengo-dengo", de Cardoso de Menezes. Na primeira foto, vê-se atores representando as três sociedades carnavalescas mais importantes do Carnaval carioca: Fenianos (à esquerda), Democraticos (ao centro) e Tenentes do Diabo (à direita). A segunda foto mostra o final do terceiro ato da peça. A última foto traz os estandartes de três importantes ranchos do Carnaval carioca: Flor do Abacate (à esquerda), Ameno Resedá (ao centro) e Recreio das Flores (à direita). Cardoso de Menezes [Frederico Antônio Cardoso de Menezes] (Rio de Janeiro, 31/03/1878 - Rio de Janeiro, 30/03/1958): autor teatral, revistógrafo e compositor. Filho do pianista e compositor Antônio Frederico Cardoso de Menezes [Antônio Frederico Cardoso de Menezes e Souza] (Taubaté, SP, 08/07/1848 - Rio de Janeiro, 1915). Tio da instrumentista (piano) e compositora Carolina Cardoso de Menezes [Carolina Cardoso de Menezes Cavalcanti] (Rio de Janeiro, 27/05/1916 - Rio de Janeiro, 31/12/1999).
Teatro São José
1913

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