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Vista do Catete e de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Catete e de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de 1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, tornou-se proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. À direita da fotografia vemos o morro de Nova Cintra, chamado outrora de "Mato do Balaio" porque aí um homem escravizado escondeu um balaio cheio de coisas valiosas roubadas de uma casa próxima, segundo Brasil Gerson.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Washington Luís, ao centro, entre civis e militares; ao fundo, a estátua equestre de Duque de Caxias
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Washington Luís, ao centro, entre civis e militares; ao fundo, a estátua equestre de Duque de Caxias
Autoria não identificada
Praça Duque de Caxias, atual largo do Machado ; Catete
circa 1926

Dois elefantes diante do Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Dois elefantes diante do Palácio do Catete
Autoria não identificada
Rua do Catete ; Catete
circa 1915

Cerimônia no Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Cerimônia no Palácio do Catete
Autoria não identificada
Rua do Catete ; Catete
circa 1925

Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Senador Vergueiro, Catete e Praia do Flamengo; a partir do Morro da Viúva
Georges Leuzinger
Morro da Viúva ; Flamengo
circa 1866

Catete, Flamengo e entrada da barra
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Catete, Flamengo e entrada da barra
Bairro do Catete, por volta de 1870. À direita, parte do morro da Glória. No centro, impondo-se às demais construções, está o palacete do Barão de Friburgo. Construído em 1862, o palacete visou agradar a baronesa, que tinha gosto pela vida urbana e gostava de ver a paisagem da cidade, fato que contrastava com a vida que o casal levava nas fazendas deste barão do café, em Friburgo. Proclamada a República, tornou-se alguns anos depois sede do governo.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Catete e Morro da Pedreira; a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Catete e Morro da Pedreira; a partir da Glória
Georges Leuzinger
Glória
circa 1866

Catete, Laranjeiras e Botafogo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS046.jpg
Catete, Laranjeiras e Botafogo
O casarão em destaque na foto é o palacete do Barão de Friburgo, no Catete.
Georges Leuzinger
Catete
circa 1866

Bairro do Catete e morro do Corcovado; a partir da Glória
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS044.jpg
Bairro do Catete e morro do Corcovado; a partir da Glória
Georges Leuzinger
Glória
circa 1866

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