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A. Geonoma Chapadensis   B.Geonoma Altissima
Arquivo/Coleção: Unibanco-IMS
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A. Geonoma Chapadensis B.Geonoma Altissima
Chromolitho J. Goffin Fils, Bruxelles-Midi.
MT
circa 1903

Erico e Clarissa;-;-;-;-;-;-;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;-;-;Os quarenta anos de vida literária de Erico Verissimo;-;Erico e Eça, 60 anos não os separam!;Os últimos livros;Erico Verissimo to lecture on brazilian books;-;Solo de clarineta I;-;-;O senhor embaixador;La obra de um novelista brasileno;-;-;O realismo social de Erico Verissimo: 1ª parte;Verissimo, autor nosso;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Nacht;-;-;-;-;-;-;Atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Poesia em estado natural;Ladrão de gado;Caminhos cruzados;Erico Verissimo: o escritor descobre a si mesmo;Solo de clarineta por Erico Verissimo;Erico Verissimo acaba de apresentar queixa-crime contra o padre Leonardo Fritzen!;-;-;-;Brazil historical novel has family feuding 150 years;Contra la violencia;Erico: quatorze anos de O tempo e o vento;-;E eu bebia o vinho da vida...;Erico Verissimo;Erico: repórter em Israel;Importância (e beleza) da sinceridade;Story of Brazil is not all nuts
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Caminhos cruzados
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

-;-;-;Books in review: brilliant brazilian novelist writes historical novel;-;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Carta a Erico Verissimo nos 40 anos da sua vida literária;-;-;-;-;Primavera judaica;-;-;-;-;Outono;-;Quem é esse menino?;-;-;Escritores e livros;One family's property and pride;-;-;Ladrão de gado;-;-;Música ao longe;-;-;-;John dos Passos, um homem que propõe o diálogo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Clarissa. Primeiro romance, depois vida;Erico, o combatente tranquilo;Solo de clarineta: memórias de Erico Verissimo;-;-;-;Erico: o escritor das mensagens acidentais;-;Erico Verissimo percorre caminhos do amor de perdição;Os escritores do bairro Petrópolis;Erico Verissimo;Time and the wind;Novelist to talk;Erico, doze horas, um prisioneiro olhando-se para a frente;Uma história brasileira;O escritor das mensagens acidentais;Incidente em Antares: a falência do maravilhoso
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Música ao longe
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

-;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;Erico Verissimo foi matar a saudade na sua Cruz Alta;-;Encontro com Erico Verissimo;-;-;-;As palavras de Erico Verissimo;Erico Verissimo pelo mundo afora;A noite do Erico;-;Incidente em Antares;-;Retrato de corpo inteiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O novo realismo;-;Erico e Eça, 60 Anos não os separam;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico apóia publicamente Brossard;O burrico, o palhaço e outros bichos;-;Na Terra II;Manuel Alda barítono;História de uma viagem;-;-;Escritores e livros;Das bildnis des Rodrigo Cambará;Brazilian author writes unusual novel, night;Erico Verissimo (Lopes) 1902-1975;Erico Verissimo está no Recife;-;Literatura no Rio Grande hoje;Two novels about the world of diplomacy
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Na Terra II
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Indígena Kamaiurá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígena Kamaiurá
Os Kamaiurá, que ocupam a região do Alto Xingu, são pertencentes ao grupo lingüístico tupi-guarani. Juntamente com outros povos que ocupam o Xingu, eles participam de rituais intergrupais como o Kwarup (ou Quarup, a festa dos mortos), o Jawari (festa de celebração dos guerreiros) e o Moitará (encontro para trocas formalizadas). Segundo pesquisadores, os primeiros contatos dos kamaiurá com os não-indígenas teria sido na década de 1880, na expedição do etnólogo alemão Karl von den Stein.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Aldeia dos indígenas Kuikuro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Aldeia dos indígenas Kuikuro
Os kuikuro constituem atualmente o maior grupo indígena do Alto Xingu. Os kuikuro pertencem ao tronco lingüístico carib, e teriam penetrado a região xinguana na primeira metade do século XVIII, vindos do leste. Segundo a tradição dos próprios indígenas, sua origem teria se dado após a separação de um grupo liderado por alguns chefes do antigo complexo das aldeias de oti ("campo"), situada no alto curso do rio Burití, provavelmente em meados do século XIX. Os que ficaram em óti teriam dado origem ao grupo que hoje é chamado de Matipu.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895