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O novo realismo;-;-;-;-;-;-;Erico e Eça, 60 Anos não os separam;-;E eu bebia o vinho da vida...;-;Erico Verissimo foi matar a saudade na sua Cruz Alta;-;-;-;-;-;-;Encontro com Erico Verissimo;Erico Verissimo pelo mundo afora;A noite do Erico;As palavras de Erico Verissimo;Retrato de corpo inteiro;-;-;-;-;-;Incidente em Antares;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico apóia publicamente Brossard;O burrico, o palhaço e outros bichos;-;Na Terra II;Manuel Alda barítono;História de uma viagem;-;-;Escritores e livros;Das bildnis des Rodrigo Cambará;Brazilian author writes unusual novel, night;Erico Verissimo (Lopes) 1902-1975;Erico Verissimo está no Recife;-;Literatura no Rio Grande hoje;Two novels about the world of diplomacy
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Na Terra II
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Carta a Erico Verissimo nos 40 anos da sua vida literária;-;-;-;-;Primavera judaica;-;-;-;-;Outono;-;Quem é esse menino?;-;-;Escritores e livros;One family's property and pride;-;-;Ladrão de gado;-;-;-;Música ao longe;-;-;-;John dos Passos, um homem que propõe o diálogo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Books in review: brilliant brazilian novelist writes historical novel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Clarissa. Primeiro romance, depois vida;Erico, o combatente tranquilo;Solo de clarineta: memórias de Erico Verissimo;-;-;-;Erico: o escritor das mensagens acidentais;-;Erico Verissimo percorre caminhos do amor de perdição;Os escritores do bairro Petrópolis;Erico Verissimo;Time and the wind;Novelist to talk;Erico, doze horas, um prisioneiro olhando-se para a frente;Uma história brasileira;O escritor das mensagens acidentais;Incidente em Antares: a falência do maravilhoso
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Música ao longe
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Os últimos livros;Erico Verissimo to lecture on brazilian books;-;Solo de clarineta I;-;-;O realismo social de Erico Verissimo: 1ª parte;-;O senhor embaixador;La obra de um novelista brasileno;-;Verissimo, autor nosso;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Nacht;-;-;-;-;Erico e Clarissa;-;-;-;-;-;-;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;-;-;Os quarenta anos de vida literária de Erico Verissimo;-;Erico e Eça, 60 anos não os separam!;-;-;Atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Poesia em estado natural;Ladrão de gado;Caminhos cruzados;Erico Verissimo: o escritor descobre a si mesmo;Solo de clarineta por Erico Verissimo;Erico Verissimo acaba de apresentar queixa-crime contra o padre Leonardo Fritzen!;-;-;-;Brazil historical novel has family feuding 150 years;Contra la violencia;Erico: quatorze anos de O tempo e o vento;-;E eu bebia o vinho da vida...;Erico Verissimo;Erico: repórter em Israel;Importância (e beleza) da sinceridade;Story of Brazil is not all nuts
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Caminhos cruzados
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Série Xingu - Jovem Kalapalo adornada com colares e cinto ulurí
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Jovem Kalapalo adornada com colares e cinto ulurí
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Adorno plumário
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Adorno plumário
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Monain Mehinako
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Monain Mehinako
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Mulheres e crianças do povo Kalapalo
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Mulheres e crianças do povo Kalapalo
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Irmãos Villas-Bôas
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Irmãos Villas-Bôas
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Homem do povo Kawaiweté
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homem do povo Kawaiweté
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975