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Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Botafogo, centro açucareiro no século XVIII, fazia parte da freguesia de São João Batista da Lagoa. Na foto vemos a rua General Polidoro, uma das primeiras do bairro, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À General Polidoro foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a rua Real Grandeza, paralela à moldura da foto; a rua de Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a rua São João Batista. O Cemitério São João Batista foi construído em 1852. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1866

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado e Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1870

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Integra o "Álbum da Família Leuzinger" formado por 162 itens diversos.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Albert Frisch
Ladeira dos Tabajaras ; Botafogo
circa 1865

Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Botafogo
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Praia de Botafogo vista das proximidades do Morro da Viúva, com os morros: Corcovado, Dona Marta, Novo Mundo, Serra da Carioca e Morro Azul. Podem ser vistas as pedras do cais construído na enseada em meados do século XIX, destruído pelas marés e reconstruído em 1903, no governo de Pereira Passos.
Augusto Stahl
Botafogo
1862

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Praia de Botafogo no seu trecho final, com seu rico casario.
Augusto Stahl
Botafogo
1863

Corcovado, tomado do bairro de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Corcovado, tomado do bairro de Botafogo
Ao fundo vemos o Morro do Corcovado em fotografia tirada de Botafogo. O Corcovado está situado na Serra da Carioca e faz parte do Parque Nacional da Tijuca. No século XVI recebeu dos portugueses o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, numa alusão a um monte bíblico. Somente no século XVIII é que foi rebatizado como Corcovado, por causa de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda. Em primeiro plano, o belo casario da praia de Botafogo.
Georges Leuzinger
Botafogo
1862