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Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Comunidade Santa Marta
Custodio Coimbra
Botafogo
1992

Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Marcel Gautherot
Botafogo
circa 1975

Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJRJ29140_1.jpg
Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Marcel Gautherot
Botafogo
circa 1975

Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJRJ29140_2.jpg
Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Marcel Gautherot
Botafogo
circa 1975

Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJRJ29141.jpg
Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Marcel Gautherot
Botafogo
circa 1975

Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJRJ29141_1.jpg
Panoramas, Monumento ao Almirante Marquês de Tamandaré com Corcovado ao fundo
Monumento erguido na Praça Marinha do Brasil em homenagem ao Almirante Marquês de Tamandaré, patrono da Marinha brasileira, que foi a responsável, aliás, pela homenagem. A obra ficou a cargo do escultor Hildegardo Leão Veloso e inaugurada em dezembro de 1937, no local onde desde 1916 já havia um busto em homenagem ao almitante. A estátua de bronze está no topo de um pedestal de concreto que representa a quilha de um navio de guerra, tendo nas laterais figuras simbolizando a Glória e cenas da ação de Tamandaré.
Marcel Gautherot
Botafogo
circa 1975

Igreja da Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Imaculada Conceição
A Igreja da Imaculada Conceição, na Praia de Botafogo, foi projetada em 1866 pelo padre salesiano francês Júlio Clemente Clavelin, que viera ao Brasil para dirigir um colégio em Minas Gerais. Belo templo em estilo neogótico, com fachada em cantaria (retirada dos morros da Viúva e do Pasmado), possui uma grande torre sineira central e delicados pináculos ao longo da fachada. Sua construção teve início somente em 1886 e foi inaugurada em 1892.
Augusto Carlos da Silva Telles
Botafogo
1970s

Igreja da Imaculada Conceição
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Imaculada Conceição
A Igreja da Imaculada Conceição, na Praia de Botafogo, foi projetada em 1866 pelo padre salesiano francês Júlio Clemente Clavelin, que viera ao Brasil para dirigir um colégio em Minas Gerais. Belo templo em estilo neogótico, com fachada em cantaria (retirada dos morros da Viúva e do Pasmado), possui uma grande torre sineira central e delicados pináculos ao longo da fachada. Sua construção teve início somente em 1886 e foi inaugurada em 1892.
Augusto Carlos da Silva Telles
Botafogo
1970s

Chalés
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Chalés
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e a abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. A faixa praieira do bairro contava com elegantes casarios, onde moravam os membros da boa sociedade carioca.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua 19 de Fevereiro ; Botafogo
1970s