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Cena do filme "Aleluia, Gretchen", Sylvio Back
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Cena do filme "Aleluia, Gretchen", Sylvio Back
Longa-metragem de ficção, focaliza uma família de imigrantes alemães que, fugindo do nazismo, vem radicar-se numa cidade do sul do Brasil. A saga de 40 anos é narrada em tom de diário e acompanha a aventura da família e seu sofrido itinerário para adaptar-se ao novo ambiente social. Na ante véspera e durante a Segunda Guerra Mundial membros da família envolvem-se com o integralismo e com os espiões da 5ª coluna. Na década de 50 são visitados por ex-oficiais da SS nazista em trânsito para a Argentina e a intromissão revive episódios aparentemente sepultados com o fim da guerra. No elenco Carlos Vereza, Miriam Pires e Liliam Lemmertz, entre outros.
José Medeiros
Curitiba
1976

José Medeiros em ação durante filmagens de "Aleluia, Gretchen", de Sylvio Back
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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José Medeiros em ação durante filmagens de "Aleluia, Gretchen", de Sylvio Back
Longa-metragem de ficção, focaliza uma família de imigrantes alemães que, fugindo do nazismo, vem radicar-se numa cidade do sul do Brasil. A saga de 40 anos é narrada em tom de diário e acompanha a aventura da família e seu sofrido itinerário para adaptar-se ao novo ambiente social. Na ante véspera e durante a Segunda Guerra Mundial membros da família envolvem-se com o integralismo e com os espiões da 5ª coluna. Na década de 50 são visitados por ex-oficiais da SS nazista em trânsito para a Argentina e a intromissão revive episódios aparentemente sepultados com o fim da guerra. No elenco Carlos Vereza, Miriam Pires e Liliam Lemmertz, entre outros.
José Medeiros
Curitiba
1976

Diretor Nelson Pereira dos Santos orienta cinegrafistas durante filmagens de "Memórias do Cárcere"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Diretor Nelson Pereira dos Santos orienta cinegrafistas durante filmagens de "Memórias do Cárcere"
Longa-metragem de ficção. Após a Intentona Comunista, o escritor Graciliano Ramos é acusado de filiações comunistas e preso, o que inicialmente lhe parece a possível libertação de uma vida enfadonha com a mulher, o emprego público e o provincianismo de sua cidade. A crueldade do que vê na prisão é suportada pela dedicação à literatura, enquanto sua esposa e um advogado procuram meios para libertá-lo. Os prisioneiros o tratam com carinho, pois querem sair 'no livro', mas a doença começa a minar seu corpo." No elenco, Carlos Vereza, Glória Pires, Jofre Soares e José Dumont, entre outros.
José Medeiros
Dois Rios ; Ilha Grande
1984

José Medeiros e equipe em cenário do presídio, durante filmagens de "Memórias do Cárcere"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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José Medeiros e equipe em cenário do presídio, durante filmagens de "Memórias do Cárcere"
Longa-metragem de ficção. Após a Intentona Comunista, o escritor Graciliano Ramos é acusado de filiações comunistas e preso, o que inicialmente lhe parece a possível libertação de uma vida enfadonha com a mulher, o emprego público e o provincianismo de sua cidade. A crueldade do que vê na prisão é suportada pela dedicação à literatura, enquanto sua esposa e um advogado procuram meios para libertá-lo. Os prisioneiros o tratam com carinho, pois querem sair 'no livro', mas a doença começa a minar seu corpo." No elenco, Carlos Vereza, Glória Pires e José Dumont, entre outros.
José Medeiros
Dois Rios ; Ilha Grande
1984

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Lambe-lambe
Lambe-Lambe, ou ventania, mão-no-saco e bufete, são denominações recorrentes no Brasil afora para os já praticamente extintos fotógrafos instantâneos. Na maioria das vezes anônimos, desenvolviam suas atividades principalmente em praças e jardins públicos do país. Os anos 1920, 30 e 40 são considerados o período de ouro da prática dos lambe-lambe, época em que produziam retratos no formato até 9x12cm. Já nos anos 1950, atendendo à demanda da clientela, os fotógrafos passam a produzir somente retratos para documentos, do tipo 3x4cm, e começavam a ter suas atividades desvalorizadas em função da proliferação de estúdios fotográficos. A origem do termo lambe-lambe gera algumas controvérsias entre os especialistas, mas é possível que tenha surgido devido a um teste que se fazia para verificar de que lado estava a emulsão da chapa: para evitar que a chapa com a emulsão fosse colocada voltada para o fundo do chassi (o que a deixaria fora do plano focal), os fotógrafos molhariam com saliva a ponta dos dedos indicador e polegar e fariam pressão sobre a superfície do material sensível em um dos cantos, para evitar manchas, e o lado em que estivesse a emulsão seria identificado ao produzir um leve efeito de "colagem" no dedo.
José Medeiros
Aparecida
1957

Lambe-lambe
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR028.jpg
Lambe-lambe
Lambe-Lambe, ou ventania, mão-no-saco e bufete, são denominações recorrentes no Brasil afora para os já praticamente extintos fotógrafos instantâneos. Na maioria das vezes anônimos, desenvolviam suas atividades principalmente em praças e jardins públicos do país. Os anos 1920, 30 e 40 são considerados o período de ouro da prática dos lambe-lambe, época em que produziam retratos no formato até 9x12cm. Já nos anos 1950, atendendo à demanda da clientela, os fotógrafos passam a produzir somente retratos para documentos, do tipo 3x4cm, e começavam a ter suas atividades desvalorizadas em função da proliferação de estúdios fotográficos. A origem do termo lambe-lambe gera algumas controvérsias entre os especialistas, mas é possível que tenha surgido devido a um teste que se fazia para verificar de que lado estava a emulsão da chapa: para evitar que a chapa com a emulsão fosse colocada voltada para o fundo do chassi (o que a deixaria fora do plano focal), os fotógrafos molhariam com saliva a ponta dos dedos indicador e polegar e fariam pressão sobre a superfície do material sensível em um dos cantos, para evitar manchas, e o lado em que estivesse a emulsão seria identificado ao produzir um leve efeito de "colagem" no dedo.
José Medeiros
Praia do José Menino
circa 1950

Adalgisa Nery
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Adalgisa Nery
Adalgisa Nery nasceu em 1905 no Rio de Janeiro. De família pobre, conseguiu completar a escola primária quando aos 16 anos casou-se com seu vizinho, Ismael Nery, por quem era apaixonada desde os 15 anos de idade. Ismael fora um dos precursores do modernismo no país, e Adalgisa, por causa disso, teve acesso a círculos sofisticados da intelectualidade brasileira, através de diversas reuniões em sua casa. Além disso, morou dois anos na Europa com seu marido. No entanto, ao lado de Ismael não foi uma mulher feliz. Tinha uma relação conflitante com o marido, que por vezes era agressivo. Mas o pintor morreu em 1934, deixando Adalgisa viúva com dois filhos para criar. Em 1959 publicou seu livro mais aclamado, "A Imaginária", que dizia respeito ao seu relacionamento com Ismael Nery. Em 1940 casou-se de novo, agora com um burocrata influente do Estado Novo, Lourival Fontes, diretor do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). Além de escritora, tornou-se embaixadora plenipotenciária, para representar o Brasil na posse do presidente mexicano Adolfo Ruiz Cortines. Anos antes, na primeira ida ao México, fora retratada pelos pintores Diego Rivera e José Orozco. Depois de ser abandonada por seu segundo marido, deixou a literatura e ingressou na política, elegendo-se deputada por três vezes pelo PSB, passando para o MDB no tempo da ditadura. Em 1969 teve seus mandatos e direitos políticos cassados. Adalgisa Nery morreu em 1980.
José Medeiros
Brasil
1942

Lucilia Barros do Amaral
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Lucilia Barros do Amaral
José Medeiros
Rio de Janeiro
1946