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Dique Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Dique Imperial
Iniciada a obra no ano de 1824, por iniciativa do Marquês de Paranaguá, que indicou o inglês Henry Law para o serviço. Law acabou desistindo da empreitada, alegando que a mão-de-obra oferecida pelo governo era insatisfatória. Por isso a obra do dique só foi finalizada em 1861.
Augusto Stahl
Ilha das Cobras
circa 1862

Equipamento movido a carvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Equipamento movido a carvão
Benjamin Mulock
BA
circa 1860

Passeio Público
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1858

Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Alto Madeira (Afluente do rio Amazonas)
Resultados etnográficos e arqueológicos da exploração do rio Madeira empreendida por ordem do Governo Imperial. Entre 1863 e 1869 o engenheiro alemão Franz Keller e seu pai, o também engenheiro Joseph Keller, participaram de expedições para a medição de rios no Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. O fotógrafo Albert Frisch chegou a acompanhá-los, mas somente até Manaus. Franz Keller-Leuzinger (que em 1867 casou-se com Sabine, filha de Georges Leuzinger), seu pai e ajudantes seguiram para o rio Madeira, enquanto Frisch viajou pelo o Alto Amazonas até a fronteira com o Peru, a bordo de um vapor, cumprindo seu projeto fotográfico.
Franz Keller
AM
circa 1874

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Amaúas", com a seguinte descrição: Indiens Antropophages debout, avec massue et lance [Índios antropófagos em pé, com clava e lança]", na prancha de nº 39.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
1868

Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0014.jpg
Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Fotomontagem de um índio da etnia Amauá (Omagua) na região do rio Solimões, segurando uma clava e uma lança nas mãos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
1868

Indígena não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0023.jpg
Indígena não identificado
Homem de etnia não identificada nas proximidades do rio Negro.
Felipe Augusto Fidanza
Rio Negro
circa 1873

Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
O lago Arari, entre os municípios de Cachoeira e Santa Cruz do Arari, possui grande importância turística por preservar inúmeras variedades de pássaros. É o maior e mais importante lago da região. O lago Arari e suas proximidades formam a reserva de fauna do Marajó.
Autoria não identificada
Marajó
1868