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Academia Brasileira de Letras
Arquivo/Coleção: Diários Associados
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Academia Brasileira de Letras
Comemoração do 62º aniversário da Academia Brasileira de Letras. Presentes da esquerda para a direita: Juscelino Kubitschek, Elmano Cardim, Pedro Calmon e Victor Nunes Leal.
Agência Nacional
Petit Trianon
20 de julho de 1959

Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Soneto livre
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de novembro de 1976

Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Onde começa a República
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de julho de 1981

Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Receita de poeta;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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O santo e seu cavalo
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
23 de abril de 1978

Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O santo e seu cavalo
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
maio de 1982

Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Hoje é ontem;Cidade e delírio: ontem e hoje;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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Júpiter e o urubu
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de junho de 1976

Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
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Conversa à vista
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de setembro de 1986

-;-;A vitória da morte;-;-;Tarde antiga e funesta profecia;-;-;-;Avenida Central: Jornal do Brasil;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Bilhete para Orígenes Lessa;-;-;-;-;A boca do inferno;-;-;-;-;-;-;-;-;A dívida é séria;-;-;-;Álcool do Paraná;-;-;Bonitinho... mas banqueiro;QB VII ou a nova receita do 'best seller'...;-;-;-;Brizola e Barbosa Lima Sobrinho;Jimmy & Jerry;-;-;O braço direito: dossiê (Ingênuo = infante...);-;-;A inquietação, o conformismo e mais uma história exemplar;-;-;-;-;-;-;-;Aplausos a Otto Lara;-;Fala-se Escalda um...;-;Voltar à casa. A casa que trazemos...;-;-;-;Melancolia miúda. Cansaço pesando insistentemente...;-;-;-;-;-;As coisas no seu lugar;Focas e boias-frias;-;-;As urnas do lobisomem;Obrigado, Evandro;-;-;Em busca de Curitiba perdida;-;Para o mais!;-;-;-;-;A suave cruz dos enigmas;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A magna carta brasileira;Silêncio e palavra;Entramos no jogo;O pai ideal;Uma lição de amor;O executivo é um profissional...;O defunto afetuoso;O administrador;Sempre tive jeito para...;Conversas de Otto Lara Resende com o maledicente Lêdo Ivo;Franzia o nariz...;O braço direito: dossiê (Sá Jesusa dizia sempre...);Bernanos...;Eu me decifrarei diante...;No artigo sobre política...;Eu poderia saber de tudo...;Erva cidreira fresca...;Gilberto Amado sustentava que...;Et moi je veux...;Sianinha: n. comum - próprio?...;Profissionalmente, não fui...;82 foi um ano duro de roer;A cassação da primavera;À mineira;A presunção da veracidade;Acima de Vila Rica;Agora recorrer à justiça é o único caminho;Aniversário de nascimento, recepção do sr. Carlos Castello Branco;Aulas de laboratório;-;Soneto da mulher casual
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As urnas do lobisomem
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
27 de julho de 1976

-;-;A história das casas de Maura;-;A palavra do leitor;-;-;-;-;As fontes da vocação;-;-;Mais: biografia de escritores...;-;-;-;-;-;-;Acordo/Abro os olhos...;-;Nem sei se te amo...;-;-;[Fotografia];-;-;-;-;-;Assaltantes assustam rua da Zona Sul;-;-;A última;-;-;-;-;Ave rara: crítico à vista;Um bem de família;-;-;-;San Manuel Bueno, mártir - Unamuno...;-;Sisto senovial cura-se com...;-;-;-;A arte pela arte;-;-;-;Então ele olhou o flamboyant...;-;-;A conquista do espaço político;-;-;ABI elege hoje terço de seu Conselho;-;Algumas histórias de morte;-;-;-;-;-;Depoimento sobre Otto Lara Resende/Perfil de Otto Lara Resende;O braço direito: dossiê (O I. olha para Silvana...);-;-;-;-;-;Ode à loucura;-;-;-;Esfiha [pastel de carne]...;-;-;A esfinge do paraninfo;-;-;-;Brasil, brisa e bichos;-;-;-;-;Desde que apareceu Sagarana...;-;-;-;-;Questionário;-;-;Capicua/De maço e mena...;-;-;-;-;-;-;-;O homem tá com uma coragem...;-;A luz da glória;-;-;-;-;Fala, Brasil;-;-;Mudanças políticas II;[A cilada];-;Antologia de Emílio Moura;-;A festa;-;-;Chamada;-;-;-;-;-;Poema inútil;-;-;A morte do ator José Guerreiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A vaca magra pode ser feliz;Você sabe que sou um alienado...;Francis's fun fair;J.K.F.;O gambá;Carioca;O braço direito: dossiê (Une certaine nuit...);Fazer troça/quitutes/gatuno...;Proezas literárias como a ...;Quisera dizer-te.../A que preço foi comprado...;Carta a um velho escritor;A geopolítica de São Paulo - SP;A repetição do mundo;Adeus ao poeta Paulo Mendes Campos;Ainda a história mineira;Aluguel de bicicletas;Banquete queirosiano;Bobbio e a democracia;A boca do inferno;Poema/Vozes vieram/Consagração/Sepultei meus sonhos na tarde/Canto do homem novo/Renovação/Irremediável/Vozes da noite/Frias estrelas/Poema/Teus olhos/Poema/Quando ele desceu dos montes/A pureza, Senhor/Brancas rosas/O meu silêncio/Incompreensão/O inútil lamento;Otto Lara Resende...;Da válvula ao disk track: uma revolução nas ondas do rádio
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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A esfinge do paraninfo
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
2 de novembro de 1976