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Tambor de Crioula
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Tambor de Crioula
O Tambor de Crioula é considerado Patrimônio Imaterial da Humanidade. De origem africana, envolve dança circular, canto e percussão de tambores. Ocorre no Maranhão e foi trazido para o Brasil entre os séculos XVIII e XIX por escravos africanos. É uma forma de divertimento ou de pagamento de promessa a São Benedito. Os grupos de Tambor de Crioula são formados pelas coreiras, nome dado às dançarinas, pelos tocadores e pelos cantadores, conduzidos pelo ritmo ininterrupto dos tambores e pela influência do canto, culminando na punga ou umbigada. Acontecem normalmente no período do carnaval e durante as manifestações de bumba meu boi, no final do mês de agosto.
Marcel Gautherot
Cururupu
circa 1953

Tambor de Crioula
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Tambor de Crioula
O Tambor de Crioula é considerado Patrimônio Imaterial da Humanidade. De origem africana, envolve dança circular, canto e percussão de tambores. Ocorre no Maranhão e foi trazido para o Brasil entre os séculos XVIII e XIX por escravos africanos. É uma forma de divertimento ou de pagamento de promessa a São Benedito. Os grupos de Tambor de Crioula são formados pelas coreiras, nome dado às dançarinas, pelos tocadores e pelos cantadores, conduzidos pelo ritmo ininterrupto dos tambores e pela influência do canto, culminando na punga ou umbigada. Acontecem normalmente no período do carnaval e durante as manifestações de bumba meu boi, no final do mês de agosto.
Marcel Gautherot
Cururupu
circa 1953

Desfile do Maracatu Elefante
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Desfile do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. Além das três calungas, também chamava atenção as duas carroças alegóricas: a do Elefante e a do Tigre. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
circa 1953

Desfile do Maracatu Leão Coroado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Desfile do Maracatu Leão Coroado
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. Um dos poucos grupos que mantêm vivas a tradição e a religiosidade do maracatu de baque virado no estado de Pernambuco, o Nação Leão Coroado foi fundado em 8 de dezembro de 1863 e é um dos mais antigos maracatus em atividade no Brasil. A data tem grande significado para os seus integrantes. É o dia em que se comemora as festas de Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Uma das figuras mais marcantes na história do Leão Coroado foi o oluôLuís de França, que assumiu a liderança do maracatu fundado por seu pai, um ex-escravo africano, por volta do ano de 1954. Seus pais de santo foram Eustachio Gomes de Almeida e Dona Santa. Dirigiu o grupo de 1954 até 1997, quando faleceu. A liderança passou para o babalorixá Afonso Gomes de Aguiar Filho. Foram reis e rainhas do Leão Coroado, Estanislau, João Baiano, José Nunes da Costa, José Luís, Gertrudes Boca-de-Sola, Martinha Maria da Conceição e Dona Santa.
Marcel Gautherot
Recife
circa 1953

Batuqueiros do Maracatu Elefante
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Batuqueiros do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
1949

Batuqueiros do Maracatu Elefante
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Batuqueiros do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
1949

Batuqueiros do Maracatu Elefante
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEMA02288.jpg
Batuqueiros do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
1949

Batuqueiros do Maracatu Elefante
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Batuqueiros do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
1949

Batuqueiros do Maracatu Elefante
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Batuqueiros do Maracatu Elefante
O Maracatu de Baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira, afro-descendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII, onde hoje é o Estado de Pernambuco, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. É caracterizado pelo uso predominante de instrumentos de percussão de origem africana. Com o ritmo intenso e frenético, teve origem nas congadas, cerimônias de coroação dos reis e rainhas da Nação negra. O Maracatu Elefante foi fundado no ano de 1800, pelo escravo Manuel Santiago após sua insurreição contra a direção do Maracatu Brilhante. Dona Santa - Rainha da Nação Elefante - grupo de maracatu. Nasceu no Recife, a 5 de março de 1877, Maria Julia do Nascimento. Foi coroada rainha em 1947 e reinou até a sua morte, em 1962. Calungas são elementos sagrados do maracatu, também chamada de bonecas, sempre presente ao cortejo das nações africanas, do qual se originou o nosso maracatu. No Maracatu Elefante, pesquisado entre1949-52 pelo musicólogo Guerra Peixe, três calungas se destacavam: Dona Emília, Dom Luís e Dona Leopoldina. A orquestra de um maracatu nação, também chamado de baque virado, é formada tão somente por instrumentos de percussão, ao contrário dos maracatus de orquestra que quase sempre têm um trombone e outros instrumentos de sopro no seu conjunto.
Marcel Gautherot
Recife
1949