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Mãe Menininha do Gantois
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Mãe Menininha do Gantois
A baiana Escolástica Maria da Conceição Nazaré nasceu no dia 10 de fevereiro de 1894, na periferia de Salvador, em uma família devotada ao Candomblé. O apelido Menininha foi dado por sua avó, e desde criança o candomblé fazia parte de seu universo. Foi sua bisavó que, em meados do século XIX, fundou o terreiro Ilê Iya Omin Axé Iyamassê, mais conhecido como Gantois, nome do antigo proprietário do terreno. Menininha foi iniciada nos segredos da religião pela mãe, avó e tias e, sem saber, já estava sendo preparada para assumir o cargo de ialorixá (mãe-de-santo, na língua ioruba), a chefe da comunidade religiosa. Menininha foi escolhida pelos próprios orixás para assumir a direção da casa, depois da morte de sua tia-avó, que governava o terreiro. Assim, aos 30 anos, mudou-se com o marido e a primeira filha do casal para o Gantois. Lutando contra o preconceito, a ialorixá ajudou a popularizar a religião africana e tornou-se a mais conhecida mãe de santo do país. Mãe Menininha faleceu no dia 13 de agosto de 1986, depois de mais de 60 anos à frente do Gantois.
Madalena Schwartz
Brasil
1981

Festa de Iemanjá
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Festa de Iemanjá
Considerada a Rainha do Mar no candomblé e na umbanda, Iemanjá é festejada pelos adeptos dos cultos afro-brasileiros no dia 2 de fevereiro. Orixá de origem africana, seu culto chegou ao Brasil no século XVI trazido por escravos, e seus festejos mais antigos no país são feitos na cidade de Salvador, Bahia.
Madalena Schwartz
Santos
circa 1985

Olga de Alaqueto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Olga de Alaqueto
Olga Francisca Régis, mais conhecida como Olga de Alaketu, era ialorixá (mãe de santo) do terreiro do Alaketu, em Salvador, Bahia. Mãe Olga era filha de Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampe Ojaro. Segundo a tradição, o terreiro foi fundado no século XVIII por uma africana originária de Ketu, no Daomé, que veio para o Brasil aos 9 anos. Aqui recebeu o nome de Maria do Rosário, mas seu nome africano era Otampe Ojaro. A roça foi consagrada a Oxossi, orixá do Ketu, e a casa construída no terreno foi dedicada a Oxumaré. Olga faleceu em 20 de setembro de 2005.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1984

Olga de Alaqueto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Olga de Alaqueto
Olga Francisca Régis, mais conhecida como Olga de Alaketu, era ialorixá (mãe de santo) do terreiro do Alaketu, em Salvador, Bahia. Mãe Olga era filha de Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampe Ojaro. Segundo a tradição, o terreiro foi fundado no século XVIII por uma africana originária de Ketu, no Daomé, que veio para o Brasil aos 9 anos. Aqui recebeu o nome de Maria do Rosário, mas seu nome africano era Otampe Ojaro. A roça foi consagrada a Oxossi, orixá do Ketu, e a casa construída no terreno foi dedicada a Oxumaré. Olga faleceu em 20 de setembro de 2005.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1984