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Maria Luiza Pagliotto Fonseca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Maria Luiza Pagliotto Fonseca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
São Paulo
1982

Vendedor em barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedor em barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Vendedora em Barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedora em Barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Dzi Croquettes
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Carlinhos
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Carlinhos
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1975

Dzi Croquettes
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Danton
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Danton
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1975

Meise
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Meise
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1976

Ricardo
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Ricardo
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
1973

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