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Aqueduto da Carioca - Arcos da Lapa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Aqueduto da Carioca - Arcos da Lapa
O Aqueduto da Carioca, mais conhecido hoje como Arcos da Lapa, foi construído em 1740 como esforço de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. Somente em 1896 é que o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. A construção, feita de granito, argamassa de cal, areia e azeite de peixe, foi posta a teste antes de ser adaptada ao serviço de transporte.
Autoria não identificada
Atual praça Cardeal Câmara ; Lapa
circa 1890

Washington Luís em carro aberto durante desfile
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Washington Luís em carro aberto durante desfile
Autoria não identificada
Beira-Mar Cassino (ou Teatro-Cassino Beira-Mar) ; terraço do Passeio Público ; Avenida Beira-Mar ; Lapa
circa 1926

Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro e parte do largo da Lapa
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro e parte do largo da Lapa
Autoria não identificada
Tomada da Rua Visconde de Maranguape ; Lapa
circa 1925

Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro
Autoria não identificada
Rua Visconde de Maranguape ; Lapa
circa 1925

Lapa e de Santa Teresa vistas do Morro de Santo Antônio
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Lapa e de Santa Teresa vistas do Morro de Santo Antônio
Autoria não identificada
Atual Rua Sete de Setembro ; Centro
circa 1927

Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens em frente a tapumes no bairro da Lapa
Em meados do século XVIII a Lapa era uma praia, conhecida como das Areias de Espanha. A explicação para o nome não é muito clara, mas alguns pesquisadores sustentam que poderia se referir à semelhança das areias cariocas com a areia das praias espanholas. Entre a praia e um morro próximo, chamado das Mangueiras, havia apenas um campo despovoado, e foi aí que o padre Ângelo Siqueira Ribeiro do Prado começou a levantar em 1751 um seminário e uma capela em louvor à Nossa Senhora da Lapa. Padre Ângelo faleceu no início do século XIX e então a capela foi cedida, em 1810, aos frades carmelitas, desde 1808 desalojados do convento construído por eles, localizado em frente ao Paço Imperial e então ocupado pela rainha D. Maria I, a Louca. Os carmelitas então ampliaram o seminário e transformaram a capela em igreja, colocando no altar-mor a imagem da padroeira num camarim talhado por Mestre Valentim. A capela vizinha ao seminário, datada de 1773, pertence à Irmandade do Divino Espírito Santo, que promovia grandes festas que mobilizavam toda a cidade. O Largo primitivo passou a chamar-se da Lapa na época de D. João VI. O bairro, aliás, havia sido batizado Lapa do Desterro por ter nascido à sombra do Morro do Desterro, que foi renomeado Morro de Santa Teresa. A despeito de toda atmosfera religiosa na qual surgiu, a Lapa ficou mais conhecida como um bairro boêmio, com uma intensa vida noturna. Se antes era ponto de encontro de malandros e jogadores nos inúmeros cabarés das redondezas, hoje abriga casas de espetáculos e bares que atraem principalmente a juventude da cidade.
José Medeiros
Lapa
circa 1955

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Passeio Público
O Passeio Público foi o primeiro jardim planejado e autorizado da cidade, tendo sido instalado onde se encontrava a Lagoa do Boqueirão, aterrada. Foi projetado por Mestre Valentim, que queria caminhos retos que se cruzassem, vegetação brasileira, as duas pirâmides da foto e o chafariz dos jacarés e dos meninos. Em 1860 passou por uma reforma comandada pelo botânico francês Glaziou, que projetou um Passeio Público mais romântico, com caminhos curvos, lagos, ilhas, grutas e repuxos. Foram plantadas também espécimes vegetais importadas. Sua reinauguração foi em 1862.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Lapa, Passeio Público e Ilha de Villegagnon; a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Lapa, Passeio Público e Ilha de Villegagnon; a partir de Santa Teresa
Georges Leuzinger
Santa Teresa
circa 1866

Cais da Glória, Lapa, Passeio Público e Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Cais da Glória, Lapa, Passeio Público e Santa Luzia
Podemos ver na fotografia a enseada da Glória com a Lapa e o Passeio ao fundo. À direita vemos o Morro do Castelo. A igrejinha que vemos logo abaixo do Morro do Castelo é a de Santa Luzia. À esquerda, bem abaixo, vemos um pedaço do Mercado da Glória, construído em 1857 e demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. A cadeia de montanhas bem ao fundo faz parte da Serra dos Órgãos.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1866

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