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-;-;Afeição sobre quatro patas: os gatos;Bombas e bombons;-;-;Muitas cabeças unidas num só corpo...;-;-;O linguajar carioca...;-;Gregoriana...;-;-;Falsa alegoria;-;-;30 anos de vida literária;-;-;Liberdade nº 2;-;-;Col: sobral, mult dos pães...;O trono vazio;Soneto de um casamento;-;-;Dado o alarma...;-;A sogra de Pedro;-;A capucha;-;-;Amor, de mãos dadas;-;A dança das constituições;-;-;Aos 48 anos Niskier é imortal;Soneto livre;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (O ribombo do trovão...);-;Sou um viciado em Brasil...;-;-;-;Eleições: eleitor de bico de pena...;-;-;-;As Pompas do Mundo;[Farpas alegres sobre Georges Bernanos];-;-;-;Assim é, se lhe parece;-;Grande poeta...;-;-;-;Uma fagulha que seja...;-;-;A sociedade e a moral cristã;-;Mota: Hélio e eu;-;-;-;-;Biblioteca: memória;Poema inteligente;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Estefanote - trepadeira...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A arara de luto;Quando a revolução era novidade;Mater dolorosa;[Introdução a Carlos Drummond de Andrade];Vem de longe, da minha...;Casa dentro da casa;Culpa;Docta ignorantia...;Casal feliz [conto]...;Nem pensar. Vida pública? Nunca...;Linhagem;O braço direito: dossiê (Os seus lêmures...);À margem dos cock-tails;A vida contada e sentida do solitário do Tambaú;Academia;Alceu e eu;Atestado de identidade para Murilo Mendes;A boca do inferno;Já pensou em escrever um livro de memórias?
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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A dança das constituições
Artigo
Raimundo Magalhães Junior
Rio de Janeiro
24 de dezembro de 1966

Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Falou, bicho;O que for soará;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Linhas cruzadas;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Jubileu está de volta;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;O diabo existe;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;Sonhos e pesadelos;O trono vazio;Poeta é o Dante;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Com o diretor Josué Montello;Guignard e 60 aprendizes;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Está na hora de assobiar
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de junho de 1978

Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Papagaios e computadores;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Reproclamar a república
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
5 de março de 1978

Quintino Bocaiuva e Pinheiro Machado
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
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Quintino Bocaiuva e Pinheiro Machado
Os senadores Quintino Bocaiuva (à esquerda) e Pinheiro Machado saindo de uma recepção oficial no Palácio do Catete. Quintino Bocaiuva [Quintino Antônio Ferreira de Sousa] (Itaguaí, RJ, 04/12/1836 - Rio de Janeiro, 11/06/1912): jornalista, advogado e político. Foi presidente do Rio de Janeiro entre 31/12/1900 e 31/12/1903. Pinheiro Machado [José Gomes Pinheiro Machado] (Cruz Alta, RS, 08/05/1851 - Rio de Janeiro, 08/09/1915): advogado, político e pecuarista. "O Condestável da República".
Catete
1912