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O braço direito: dossiê (Os anjos dizem amém...);-;-;A lambada que o carro dá...;-;-;-;-;Olhei em volta...;Anfitriã;Namoro antigo;-;Nominata mais ou menos nobilárquica;-;-;-;Maior barato/Bla [nota s/palavra]...;-;-;In-visível - que não é invisível...;-;A metafísica da barba;Aparecido, o infarto da oposição;O amestrador amestrado;-;-;Relação dos...;-;-;-;-;-;-;-;O sertão austríaco P. Nava e o sertão...;-;A praia de Botafogo tinha mesmo de cheirar mal;O muro não é mineiro;A sombra em flor de Otto Lara Resende;-;-;Augusto dos Anjos em Leopoldina;Coreografia da violência;-;-;[Depoimento de Otto Lara Resende sobre o Jornal do Brasil];-;-;-;Plasta, em São João del-Rei...;-;-;Doidinho, de José Lins do Rego...;Mater dolorosa;-;-;-;-;-;-;[Jornal do Brasil];-;-;-;-;-;Por que mentir?;-;-;Confidência na tarde;-;60 anos do Cristo Redentor;-;Achado no interior de SP falcão peregrino do Texas;-;A casa do Otto;-;Agora com notícia;-;-;-;João Gambá, servente...;-;-;Nacionalismo dos mineiros...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O que vem por aí;Brasil tem catástrofe;Literariamente, com a morte de Clarice...;Denúncia do poeta A.F. Schmidt;Otto Lara Resende;As palavras exatas;Era grande demais...;O braço direito: dossiê (Tento reconstituir de memória...);Porque a preferência literária no romance...;Guilherme Figueiredo...;A difícil lição;A influência que o soneto tem;A virgem nua (La virgen desnuda);Alceu, viva e continue a morrer;As cobras;Bilhete a um jovem que não anda mais desanimado;A boca do inferno;Bonitinha mas ordinária;Brazil's economy - last throw of the gambler?;A crise internacional do café ou carta-poema aos amigos de Great Neck;A dona da casa
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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A praia de Botafogo tinha mesmo de cheirar mal
Crônica
Fernando Sabino
Rio de Janeiro
13 de maio de 1972

Acepção de pessoas
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Acepção de pessoas
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
4 de julho de 1992

Ainda temos salvação...;-;-;-;-;-;Aos leitores;-;Soneto de domingo de carnaval;Confidência na tarde;-;-;-;-;-;-;Assuntou uns urubus...;-;-;-;A porta do futuro;-;-;-;-;-;-;As pompas do mundo;-;Ele [ou ela] me conhece...;-;-;Goela de lobo...;-;José Américo de Almeida era paraibano...;-;-;Convite atual;-;-;44 poemas para Hélio Pellegrino;-;-;-;-;Magrinha, magricela, clorótica...;-;-;-;Uropígio/Capilé...;-;-;-;Tolle/Abracadabrante/Bioquice...;-;Folha 6: Gato e menino: sempre...;-;A decidida missão de um arquiteto;-;Afinal, quem é o idiota da história?;Pedra para digerir;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Confissão - remexer o lixo...);-;-;-;No século do progresso...;-;-;-;Opugnação/Pertencimento/Frenologia ...;-;A ficção como alegoria;-;Bananas e mísseis;Brasília e Manchete cresceram juntas;-;-;Amuletos, estatuetas e gravuras;Quid veritas;Casas velhinhas/Mãos sangrantes;Não sei se acordei...;-;-;-;Breno Acioly: perseguição, elevador, faca...;-;-;Mallarmé;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;De sol a sol;Deu bode no dicionário;Hora do exorcismo;Charme das ilhas/Que resta da remota legenda, da aventura?/É o paraíso em casa, para o americano...;Otávio de Faria: romancista panfletário;Um porteiro loquaz;[Sessão da ABL dedicada a Celso Cunha por ocasião de sua morte];Thomas Morus...;Numerologia: ímpares...;O braço direito: dossiê (Cadinho racial...);Poema de domingo;O repórter vai representar o jornal...;A cara do Brasil;A incurável frivolidade das pessoas sérias;A melhor reportagem com Otto Lara Resende depois da sua eleição;A Som livre lança no próximo dia 15;A vida é boa;Acadêmicos em votação rápida elegem Castello imortal;Alceu é sepultado no 55º aniversário da conversão;As causas ocultas do bocejo;Atlas mostra ocupação territorial do Brasil;Bierce, imperador do cinismo;A boca do inferno;Carta-poema;Novos poetas mineiros: O boi no quadrado, Serenata
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Amuletos, estatuetas e gravuras
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Táxi de noite (Taxi di notte)
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
Século XX