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Canoa no rio Japurá levando produtos ao mercado de Coari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0017.jpg
Canoa no rio Japurá levando produtos ao mercado de Coari
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Indígenas vindo de Nova Granada (território da atual Colômbia), pela margem esquerda do rio Japurá, trazendo mercadorias para negociar, depois de uma viagem de 12 meses. Depois de comercializarem, eles rapidamente faziam a viagem de volta.
Albert Frisch
Rio Japurá
1868

Remadores bolivianos embarcam no porto de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0018.jpg
Remadores bolivianos embarcam no porto de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Bateliers Boliviens" [Barqueiros bolivianos] s’embarquant dans le port de Manáos [embarcando no porto de Manaus]", na prancha de nº 94.
Albert Frisch
Porto de Manaus
1868

Cametá, às margens do rio Tocantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0006.jpg
Cametá, às margens do rio Tocantins
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875

Entrada do porto
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0002.jpg
Entrada do porto
O porto de Recife se confunde com a história da própria cidade nordestina. Fundado no marco zero da cidade onde atualmente se localiza a praça Rio Branco. É considerado o principal porto marítimo do nordeste brasileiro.
Marc Ferrez
Bairro de Recife
circa 1875

Entrada do porto
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0003.jpg
Entrada do porto
O porto de Recife se confunde com a história da própria cidade nordestina. Fundado no marco zero da cidade onde atualmente se localiza a praça Rio Branco. É considerado o principal porto marítimo do nordeste brasileiro.
Marc Ferrez
Bairro de Recife
1875

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0030.jpg
Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Hotel Holetz
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm54-0113.jpg
Hotel Holetz
O hotel Holetz foi inaugurado em 1902 na esquina da alameda Rio Branco (antiga Kaiserstrasse) com a rua 15 de Novembro, onde antes era a residência da família Holetz. Durante toda sua existência, o hotel Holetz foi considerado o principal hotel de Blumenau. Em 1959 iniciou-se a demolição do Holetz para dar início a construção do Grande Hotel Blumenau, inaugurado em 1962.
Autoria não identificada
Blumenau
1902 - 1910

Pequena venda da família Kork
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0062.jpg
Pequena venda da família Kork
Autoria não identificada
RS
circa 1898

Venda italiana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0106.jpg
Venda italiana
A colônia de Alfredo Chaves foi instalada em 1884 nas proximidades local conhecido com Roça Reúna, atualmente pertencente ao município de Lagoa Vermelha. Os primeiros imigrantes italianos eram oriundos principalmente das províncias de Treviso, Pádua, Cremona, Mântua, Belluno, Tirol e Vicenza. Posteriormente começaram a chegar também imigrantes poloneses, e em 1898 a colônia passou à categoria de vila. Como já havia uma cidade no Espírito Santo com o nome Alfredo Chaves, o município que se constituía foi renomeado Veranópolis, que significa "cidade veraneio".
Hermann Meyer
Colônia Alfredo Chaves
circa 1898