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Hotel Serrador
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Hotel Serrador
O Hotel Serrador foi propriedade de Francisco Serrador, espanhol de Valência que aportou em Santos, enriqueceu vendendo peixe em Curitiba e tornou-se famoso no Rio de Janeiro, já que foi o idealizador da Cinelândia. O prédio, que foi batizado com seu nome, foi inaugurado em 1944, três anos após sua morte. O hotel fazia parte de um conjunto de cinco prédios, e tinha como destaque a boate Night and Day, que fazia sucesso com espetáculos de teatro de revista de Carlos Machado, na década de 1950. O hotel entrou em decadência na década de 1960, com a desvalorização da região. Com fachada tombada pelo patrimônio histórico, o prédio foi sede da Petros (fundo de pensão da Petrobras).
Autoria não identificada
Cinelândia
circa 1949

Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho
Lançamento do condomínio Comendador Vicente Amato Sobrinho, na Praça da Liberdade. Destaque para homens instalando um anúncio (outdoor).
Hans Gunter Flieg
Praça da Liberdade ; Bairro da Liberdade
1954

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE09307.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1955

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE13456-13465.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

Feira dos Passarinhos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALFE13456.jpg
Feira dos Passarinhos
Os comerciantes da Feira dos Passarinhos, no centro de Maceió, têm um local e uma rotina de trabalho bastante inusitados. Suas barracas formam um corredor paralelo ao trilho do único trem da cidade e, 16 vezes por dia, recolhem as mercadorias que ficam sobre as ferragens para a passagem do trem. Enquanto ele não chega, as pessoas sentam, conversam, negociam. Os comerciantes abrem as barracas e expõem lá mesmo, em cima dos trilhos e no curto espaço que sobra entre as ferragens e as construções. Pode-se encontrar de tudo na Feira, que tem esse nome porque lá, há 40 anos, vendia-se muitos pássaros. Hoje, apenas um ou outro circula em gaiolas.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1958

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