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Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Obra importante no projeto modernizador de Pereira Passos à cidade. A Avenida Central, que depois veio a ser Rio Branco, corta o centro do Rio e foi inaugurada em 1905. Na avenida estão prédios de destaque como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco, nas imediações da Rua Ourives, atual Rua Miguel Couto ; Centro
1921

Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Avenida Rio Branco à noite - substituição da iluminação a gás por lâmpadas incandescentes
Obra importante no projeto modernizador de Pereira Passos à cidade. A Avenida Central, que depois veio a ser Rio Branco, corta o centro do Rio e foi inaugurada em 1905. Na avenida estão prédios de destaque como o Theatro Municipal e a Biblioteca Nacional.
Augusto Malta
Avenida Rio Branco, nas imediações da Rua Ourives, atual Rua Miguel Couto ; Centro
1921

Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista parcial do Pavilhão das Indústrias, noturna, da Exposição Internacional de 1922
Em destaque, a "Torre da Exposição", como ficou conhecida, com cerca de 30 metros de altura, de onde saiam focos de luz que iluminavam a Exposição.
Augusto Malta
Centro ; Esplanada do Castelo
1922

Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna do Pavilhão de Caça e Pesca da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil
Vista noturna da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. No primeiro plano, o Pavilhão de Caça e Pesca. Concebida pelo prefeito engenheiro Carlos Sampaio, a exposição foi inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa no dia 07.09.1922. Os pavilhões espalhavam-se desde o final da avenida Rio Branco, junto ao Palácio Monroe, que sediava a Comissão Executiva, seguindo até a Ponta do Calabouço pela avenida das Nações (atual Presidente Wilson), através da esplanada recém criada com o desmonte do Morro do Castelo, seguindo ainda na direção da praça XV de Novembro. O Morro do Castelo veio abaixo, depois de inúmeros e antigos projetos com "propósitos higiênicos e urbanísticos", especificamente para alocar esse evento. A exposição permaneceu aberta durante um ano, sendo visitada por milhares de turistas brasileiros e estrangeiros. Alguns pavilhões sobreviveram ao evento: o Pavilhão das Indústrias abriga hoje o Museu Histórico Nacional; o Pavilhão francês, réplica do "Petit Trianon", foi doado pela França para a Academia Brasileira de Letras; o da Administração é atualmente a sede do Museu da Imagem e do Som e o da Estatística, localiza-se ao lado do Clube da Aeronáutica.
Augusto Malta
Esplanada do Castelo
1922