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[Exposição PUC-RJ];Vídeo resgata a vertigem poética de Ana C.;Impossibilidade de dormir...;-;Instituto Souza Leão - 1979;Acontece na feira;De pele, de cheiro, de dor, sei lá...;-;Das coisas desprovidas de peso;Um pouco de horror, tias inglesas e biografias: teve tudo em 85;-;Prosa de Caio ficou reduzida a um gueto;[Questão: Como interpreta];Recuperação: os novos métodos...;Hommage à Ana Cristina Cesar;Hoje, os críticos e os criticados usam armas com silenciadores;O repouso da poetisa marginal;-;-;Beijo;Mulheres fazendo história;Seminário: As margens da tradução;Jovem construtor tinha ideia de fazer um Apolunëhg...;O poeta e sua relação...;Policarpo;Comunidade: É uma era de vietnames...;Quatro posições para ler;Três recados de Ana C.;A lady dos mimeográfos;Cuando el mundo se enturbia aun en el Brasil, es licito dejar de vivir?;Témoigner;Viagem de uma geração;Cartas matam saudade de Ana Cristina Cesar;A poesia brasileira em xeque;Nobel de Literatura para William Golding;Regis Bonvicino e o diálogo essencial;Tradução mais em conta na Uerj;28 poetas contam como fazer poesia;A lorota de Ipanema;[Sobre nós esse];[Miss Frigidaire não];História e geografia do México
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Regis Bonvicino e o diálogo essencial
Artigo
Josély Viana Batista
Curitiba
12 de janeiro de 1998

Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Escrita dedicada à sedução;-;[Can I start?];Era noite e...;Beleza em Ana;Sequência;-;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Entrelinhas;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;Duas vezes Brasil;[Banda];Love’s labour’s lost;Onde estão os marginais de ontem?;-;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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A poesia em progresso
Artigo
Claudio Willer
Local não identificado
1985

Hélio Oiticica
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Hélio Oiticica
Considerado um dos artistas plásticos brasileiros mais criativos, Hélio Oiticica nasceu no Rio de Janeiro em 26 de julho de 1937 e faleceu na mesma cidade em 1980. Em 1948 mudou-se com a família para Nova York, permanecendo até 1950, e para onde voltou em 1970. Em 1954 começou a estudar pintura com Ivan Serpa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória artística ligado às experiências concretas e neo-concretas, e logo rompeu com o conceito tradicional de quadro, elaborando placas de madeira que recebiam várias camadas de tintas e eram dispostas na parede aleatoriamente. Defendia que a arte devia estar integrada à experiência cotidiana e que o espectador deveria participar da obra. Os "Parangolés", criados em 1964, são considerados a síntese de seu trabalho; são capas, estandartes ou bandeiras coloridas de algodão ou náilon com poemas em tinta sobre o tecido a serem vestidas ou carregadas pelo espectador, que passa a perceber seu corpo transformado em dança. Ou seja, as obras só viram obras de fato quando são manuseadas por alguém. Participou ainda de alguns trabalhos no cinema, como ator e como idealizador de filmes.
Madalena Schwartz
Brasil
1977

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