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Grande Otelo (3º, de terno xadrez e chapéu), Rômulo Paes (4º), Nelson Gonçalves (5º, de gravata-borboleta) e Herivelto Martins (6º), entre outros
Arquivo/Coleção: Carlos Moskovics
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Grande Otelo (3º, de terno xadrez e chapéu), Rômulo Paes (4º), Nelson Gonçalves (5º, de gravata-borboleta) e Herivelto Martins (6º), entre outros
Fotografia proveniente de envelope com a inscrição: Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Escritores de Música (SBACEM).
Carlos Moskovics
Brasil
1964

Grande Otelo
Arquivo/Coleção: Carlos Moskovics
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Grande Otelo
Fotografia proveniente de envelope com a inscrição: Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Escritores de Música (SBACEM).
Carlos Moskovics
Brasil
1964

Grande Otelo em ensaio do Teatro Experimental do Negro
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Grande Otelo em ensaio do Teatro Experimental do Negro
Ensaio do Teatro Experimental do Negro, na antiga sede da União Nacional dos Estudantes, com Grande Otelo à frente do elenco. O Teatro Experimental do Negro, ou TEN, surgiu em 1944, idealizado, fundado e dirigido por Abdias Nascimento. Propunha o resgate dos valores culturais afro-brasileiros e a criação de uma nova dramaturgia. Esse resgate visava principalmente à valorização do negro no Brasil através da educação, da cultura e da arte. A primeira peça escrita especialmente para o TEN foi "O filho pródigo", de Lucio Cardoso, encenada em 1947. Até então, por falta de textos na dramaturgia brasileira que servissem aos seus propósitos, a companhia vinha trabalhando com textos do norte-americano Eugene O'Neill. A iniciativa do TEN serviu como incentivo à criação de grupos semelhantes tanto do Rio como em São Paulo, como o Teatro Popular Brasileiro, fundado por Solano Trindade, e um homônimo Teatro Experimental do Negro fundado por Geraldo Campos de Oliveira. O TEN esteve em atividade até 1961.
José Medeiros
Antiga sede da UNE
1944

Grupo de artistas
Arquivo/Coleção: Pixinguinha
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Grupo de artistas
Artistas reunidos após missa em ação de graças dos compositores. Da esquerda para a direita: Joel de Almeida (quase cortado da foto), não identificado, Grande Otelo, não identificado, João da Baiana, Donga, Alfredinho, Bororó, Beti, Pixinguinha e não identificado. Joel de Almeida (Rio de Janeiro, 05/11/1913 - São Paulo, 01/04/1993): cantor e compositor. O "Magrinho Elétrico". Também usou o pseudônimo J. Sandoval. Irmão do cantor e compositor Janet de Almeida (Rio de Janeiro, 1919 - Rio de Janeiro, 1945 ou 1946). Foi integrante da dupla Joel e Gaúcho, ao lado do cantor e compositor Gaúcho [Francisco de Paula Brandão Rangel] (Cruz Alta, RS, 29/06/1911 - Rio de Janeiro, 31/03/1970 ou 1971). Grande Otelo [Sebastião Bernardes de Souza Prata] (Uberlândia, MG, 18/10/1917 - Paris, França, 26/11/1993): ator, comediante, cantor e compositor. Teve quatro filhos, entre eles o ator José Prata [José Antônio de Souza Prata] (Rio de Janeiro, 06/09/1958), também conhecido como Pratinha. João da Baiana [João Machado Guedes] (Rio de Janeiro, 17/05/1887 - Rio de Janeiro, 12/01/1974): compositor, cantor e instrumentista (pandeiro e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Louro, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu. Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira. Alfredinho [Alfredo da Rocha Vianna Neto] (Rio de Janeiro, 21/08/1934 - Rio de Janeiro, 31/10/2003): filho adotado em 1935 por Pixinguinha e por Beti. Pai do cantor e ator Marcelo Vianna (Rio de Janeiro, 24/02/1969). Bororó [Alberto de Castro Simoens da Silva] (Rio de Janeiro, 15/10/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1986): compositor e instrumentista (violão). Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com o compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973) em São Paulo no dia 05/01/1927. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas.
Rio de Janeiro
circa 1965