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Feira de Penedo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Feira de Penedo
Feira de artesanato em Penedo, Alagoas, região rica em artesãos. Predominam as esculturas, em madeira, pedra, calcário, gesso e barro, e também são confeccionados objetos em couro, palha, fibra e casca de coco. Tudo isso é comercializado em grandes mercados abertos. A cidade, localizada na foz do rio São Francisco, ergue-se sobre um rochedo e é considerada importante para o controle do rio. Sua colonização inicial foi feita por portugueses, mas no século XVII, quando da invasão holandesa no Nordeste, a cidade foi conquistada por Maurício de Nassau. Durante a invasão, Nassau lá instalou o forte que leva seu nome. Penedo carrega também a marca dos missionários franciscanos, que ergueram igrejas e conventos na cidade.
Marcel Gautherot
Penedo
circa 1956

Lagoa do Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lagoa do Abaeté
A lagoa se situa no bairro de Itapuã, em Salvador, e além de ter inspirado o fotógrafo francês, também inspirou poesias de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi.
Marcel Gautherot
Itapuã
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAPA14440.jpg
José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BAPA14441.jpg
José Pancetti pintando na lagoa de Abaeté
Filho de imigrantes italianos, José Pancetti nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 18 de junho de 1902. Aos 8 anos mudou-se com a família para o Brás, bairro da capital paulista, e em 1913 foi despachado pelo pai para a Itália junto com a irmã. Ingressou na Marinha Mercante Italiana em 1919, permanecendo até 1921, quando retornou ao Brasil. Fixou-se por um tempo em Santos, trabalhando com as mais diversas atividades, entre elas a de ajudante do pintor Adolfo Fonzari. Logo mudou-se para o Rio de Janeiro e, no ano seguinte, ingressou na Marinha de Guerra brasileira. E foi na Marinha, a partir de 1925, que pintou os primeiros quadros, esboços do encouraçado Minas Gerais feitos em caixas de fósforo ou diminutos cartões e trocados por cigarros com colegas. Só saiu da Marinha em 1946, quando foi reformado como Segundo Tenente. Autodidata, tornou-se pintor sem freqüentar aulas, e sempre se destacou por suas paisagens, em especial as marinhas que retratou. Em 1933 ingressou no Núcleo Bernardelli, e somente aí travou contato com algumas técnicas formais e renomados artistas. Permaneceu no Núcleo até 1939, e a partir daí sua carreira artística melhor se desenvolveu, participando de salões de arte e tendo seu trabalho cada vez mais reconhecido. Além de paisagens, produziu também retratos e naturezas-mortas. Faleceu no Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1958.
Marcel Gautherot
Lagoa do Abaeté
circa 1957

Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1950

Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Segunda-Feira Gorda da Ribeira
Tradição na cidade de Salvador, a chamada "Segunda-feira Gorda da Ribeira" antecede os festejos carnavelescos na cidade. Após o domingo, as barracas que estavam na festa do Bonfim são transferidas para a Ribeira, dando origem à festa. Esse evento se desenvolve em clima carnavalesco. Com uma vista privilegiada para o mar que se estende por toda a orla do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa, milhares de barracas comercializam bebidas e comidas típicas e fazem a alegria dos presentes, em plena segunda-feira, regada a muita música, batucada e apresentações folclóricas. A festa do bonfim acontece no segundo domingo depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Ribeira
circa 1958

Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
1947