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Vista do Palácio da Princesa Isabel
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Palácio da Princesa Isabel
Palácio da Princesa Isabel em Petrópolis. Funcionou como residência oficial da Princesa e de seu marido, o Conde D’Eu, até a proclamação da República em 1889. Foi construído pelo seu primeiro proprietário, Barão de Pilar, em 1853. O casal o alugou em 1874 e em 1876 o Conde D’Eu adquiriu a casa para moradia. Serviu também como sede de delegações diplomatas e instituições de ensino. Hoje abriga uma compania imobiliária e um antiquário de propriedade da família imperial.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Jardins
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins
Vista tirada da rua Teresa, por onde se chegava a Petrópolis, vendo-se à esquerda a rua Visconde de Bom Retiro e o Vale. Ao longe, a Floresta da Alcobaça, região da Mata Atlântica que hoje faz parte de uma área de proteção ambiental. Vista da deslumbrante vegetação serrana da cidade de Petrópolis, cuja história começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Retiro da Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retiro da Cascatinha
A Cascatinha era considerada um dos recantos mais pitorescos de Petrópolis, a qual se tinha acesso por uma antiga ponte que descia da estrada União e Indústria. Hoje dá nome a um dos distritos residenciais da cidade.
Revert Henrique Klumb
Cascatinha
1865

Cascatinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cascatinha
Vista da Cascatinha, considerada um dos recantos mais pitorescos de Petrópolis, a qual se tinha acesso por uma antiga ponte que descia da estrada União e Indústria. Hoje a Cascatinha dá nome a um dos distritos residenciais da cidade.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara, localizada às margens do Rio Quintandinha. Era fábrica de fiação e tecidos de algodão, movida por água represada do mesmo rio. Suas máquinas vieram das fábricas inglesas de Manchester.
Revert Henrique Klumb
Rua Renânia
circa 1870

Serra de Petrópolis (vista "noturna")
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra de Petrópolis (vista "noturna")
Vista "noturna" das serras de Petrópolis.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1870

Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara
Imperial Fábrica de São Pedro de Alcântara, localizada às margens do Rio Quintandinha. Era fábrica de fiação e tecidos de algodão, movida por água represada do mesmo rio. Suas máquinas vieram das fábricas inglesas de Manchester.
Revert Henrique Klumb
Rua Renânia
circa 1870

Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
No referido livro de Pedro Vasquez consta ser o rio Quitandinha desaguando no Piabanha.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1874

Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Jardins e lago na Bacia do Rio Quitandinha, vistos de um outro ângulo, nas proximidades da casa da Princesa Isabel em Petrópolis. A casa serviu como residência oficial da princesa até a proclamação da República e foi lá que nasceram seus dois primeiros filhos.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865