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Homenagem a João Pandiá Calógeras
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Homenagem a João Pandiá Calógeras
Homenagem prestada por iniciativa do então Tenente-coronel Rogaciano Ferreira Mendes, comandante do 18º B.C., em Campo Grande.
Photographia Atayama
Campo Grande
9 de setembro de 1928

Homenagem a João Pandiá Calógeras
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_125IG_0241.jpg
Homenagem a João Pandiá Calógeras
Photographia Atayama
Campo Grande
9 de setembro de 1928

Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
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Largo de São Francisco de Paula
Augusto Malta
Centro
2 de agosto de 1906

Escultura em exposição em via de Brasília
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Escultura em exposição em via de Brasília
Thomaz Farkas
Brasília
1998

Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praça da Constituição
A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Auguste Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1865

Cidade Baixa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm44-0019.jpg
Cidade Baixa
Vista da Cidade Baixa, a planície litorânea que se estende ao longo do mar e se alarga na altura da península de Itapagipe. Está ligada à Cidade Alta - que, como o nome diz, é a parte mais alta do relevo de Salvador - através do Elevador Lacerda, construído em fins do século XIX.
Autoria não identificada
Salvador
circa 1875

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. A estátua eqüestre de D. Pedro I foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na Praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Monumento em homenagem a D. Pedro I, estátua equestre
Georges Leuzinger
Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes
circa 1866

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