Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMMA04980.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMMA04981.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Capela de São José, fundos com vista do cemitério. Vista do adro da Igreja de São Francisco de Paula.
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGOP19880.jpg
Capela de São José, fundos com vista do cemitério. Vista do adro da Igreja de São Francisco de Paula.
A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, fundada em 1711, foi o primeiro local no Brasil a ser considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. O primeiro nome da cidade foi Vila Rica e depois passou a ser chamar Vila Rica de Albuquerque e Vila Rica de NOssa Senhora do Pilar. A denominação Ouro Preto foi adotada em 20 de maio de 1823, quando foi elevada a cidade. O nome vem do ouro escuro, recoberto com uma camada de óxido de ferro, encontrado na cidade. A Capela de São José foi concluída em 1811. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, é o autor dos riscos do retábulo da capela- mor. Ele foi juiz da irmandade. A fachada foi reformada em 1856. A sua direita, encontra-se o cemitério onde foi enterrado o poeta Bernardo Guimarães. Ficou fechada por 20 anos, foi restaurada e reaberta à comunidade em 02 de dezembro de 2012.
Marcel Gautherot
Ouro Preto
circa 1956

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01827.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01828.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01829.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01830.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01831.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGPF01832.jpg
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com profetas
O Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos é um dos mais importantes exemplares da arquitetura colonial brasileira e foi construído entre 1757 e 1875. Localiza-se no Morro Maranhão. É formado por uma igreja, um adro e seis capelas anexas. No adro, encontram-se 12 estátuas de profetas em pedra-sabão. Nas capelas, esculturas representam a Paixão de Cristo. As estátuas foram criadas por, o Aleijadinho, com a ajuda de assistentes. A decoração e a obra de construção contaram com a participação de diversos artistas, dentre eles Francisco de Lima Cerqueira, João Nepomuceno Correia e Castro e Mestre Ataíde. Foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1985.
Marcel Gautherot
Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos
circa 1947

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas