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Erico Verissimo: deveríamos ter com mais frequência escritores portugueses no Brasil;Um fenômeno chamado Erico Verissimo;Erico Verissimo vacilando entre o mar, o trabalho e o fascínio de Copacabana;-;-;Se você fosse o Brasil: que pedido você faria para o bom Papai Noel?;-;-;-;-;-;-;A volta (para casa) de Erico Verissimo;-;-;-;O filho de Dona Bega;-;-;-;Homenagem de despedida a Erico Verissimo;O último solo;-;-;Uma vida à espera de um biógrafo;-;-;Erico, o Verissimo;-;-;-;-;-;-;Erico viu o tempo e o vento em Santo Amaro;Associação Rio-grandense de Imprensa;-;Somos todos mentirosos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo fez cinquenta anos;-;Erico, doutor Barnard em transplante de alma;-;Breves notas sobre 3 livros brasileiros;Solo de clarineta vol. 1 em edição portuguesa;O sr. Erico Verissimo e seu primeiro livro;Um escritor rio-grandense elogiado em São Paulo;A neurotic's terrible trek;-;Contistas gaúchos;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Verissimo habla de México
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Gilberto Freyre
Local não identificado
30 de julho de 1940

Imagem padrão
Archive/Collection: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre livros
Gilberto Freyre
Local não identificado
2 de setembro de 1940

Escola de arte dramática;Oração para uma negra no T.B.V.;O verdadeiro heroísmo ou o annel de ferro;Esta noite improvisamos;O deus mal informado;Teatro infantil;-;Pequeno teatro popular;-;Antigone America;Crônica de outrora (exemplar de trabalho);-;Pedro Bloch na Italia;Sobre o nacionalismo;Projeto: Livrarias, livreiros e Guardiões - subsídios para a história do livro no Brasil;E a temporada lírica?;O mestre do teatro/A comédia brasileira/Crítico escreve sobre Pelé;-;O caso do Broadway;Amapá/Pequenos serviços em casa de casal/Farsa de Inês Pereira e do escudeiro/Ronda dos malandros/Grilo da lareira/Harvex;-;-;-;-;-;Juno e o Pavão-Atual cartaz do Teatro Arena;Cinema Brasileiro;Gente como a gente no Teatro Arena;Castro: tragédia;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Discurso
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carta
Manifestação de descontentamento pelo desencontro com Decio de Almeida Prado durante estadia no Brasil. Comunicado a respeito de recebimento de bolsa da Capes e CNPq, e agradecimento pelo apoio de Decio de Almeida Prado. Comentário sobre corpo docente e cursos da New York University. Referência ao exemplar de O drama romântico brasileiro existente na biblioteca da universidade. Agradecimentos pelo envio do livro Decio de Almeida Prado: um homem de teatro
Ana Bernstein
Nova Iorque
16 de outubro de 1997

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Postos de recadastramento;-;-;-;-;-;-;-;-;Catálogo bibliográfico y crítico de las comedias;Ódio de raça;O par libertado;Crônicas para a história do cinema no Brasil;Mulher vestida de gaiola;Raquel; Macário; O inspetor; Para onde a terra cresce; Nossa senhora dos afogados; O mentiroso (tradução); Arsenico e Alfazema;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os carrascos também morrem, no Ritz;O cavalheiro da lua/TBC;Grupo de teatro amador;Os três maridos de Madame;Uma noite no Lido de Paris;Teatro: No país dos cadillacs;-;A ópera de Pequim;Lotaria;O marido confundido;A farsa da mulher perfeita no Arena;O testamento do cangaceiro;Sorocaba, senhor;Na encruzilhada [sobre Collage];Prevendo o imprevisível;A crítica viva de Decio de Almeida Prado
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carta
Agradecimento pelo envio de pagamento por colaboração no Suplemento Literário
Julián Marías
Soria
22 de setembro de 1959

[Homem em pé];-;A Mallarmé;-;-;Crise, desespero e esperança do mundo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Bola de cristal;Fernando livro...;Recado a Paulo Mendes Campos
Arquivo/Coleção: Paulo Mendes Campos (PMC)
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Carta
Comentários sobre viagem ao México. Referência a Otto Lara Resende. Notícia de endereço no México
Cyro dos Anjos
Cidade do México
7 de janeiro de 1953

Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Voto de letra
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de abril de 1982

Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Escritor e leitor;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880
Entrevista
Otto Lara Resende
Belo Horizonte
5 de outubro de 1943

Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Um grito no silêncio
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de janeiro de 1977

Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Síndrome da fuga;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Livros e vinhos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de agosto de 1951

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