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Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Jardim da praça da República
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim da praça da República
A praça foi assim batizada em 1889, quando da proclamação da república. Antes, ela já havia sido chamada Largo dos Curros, quando ali existia corridas de cavalo; Praça dos Milicianos, quando o lugar era usado para exercícios militares; e Largo 7 de Abril, quando passou a ser utilizada para treinamento de cocheiros e animais de tração.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1915

Lago e ponte em arco na praça da República
Archive/Collection: Vincenzo Pastore
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Lago e ponte em arco na praça da República
Uma das três pontes existentes na praça da República, a única em arco, posteriormente substituída por outra em piso plano. Corresponde à primeira do conjunto, a partir da calçada da rua Ipiranga, próximo a embocadura da rua Barão de Itapetininga.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo
Archive/Collection: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República ; República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas ao redor de realejo, na praça da República
Grupo de pessoas ao redor de realejo, à entrada de uma das três pontes existentes na praça da República. É a ponte do meio, e os postes de metal com motivos florais não existem mais. O garoto da direita, de roupa escura, foi identificado por alguns familiares como sendo Francesco Pastore (1905 - 1985), filho do fotógrafo.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Ponte sobre lago na praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Ponte sobre lago na praça da República
Vista de uma das pontes da praça da República, sobre lago com rochas decorativas artificiais. Imagem tomada provavelmente da rua Ipiranga, próxima da embocadura da rua Barão de Itapetininga. A estátua que se vê é uma homenagem a Álvares de Azevedo pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, inaugurada pelo barão do Rio Branco em 11 de agosto de 1907. As rochas artificiais foram parcialmente removidas em reformas nas décadas de 1980 e 90, mas a ponte lá permanece.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Grupo de pessoas sobre ponte da praça da República
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Grupo de pessoas sobre ponte da praça da República
Grupo de pessoas sobre uma das pontes da praça da República, em estilo art-noveau, com elementos metálicos, já substituída. Dentre as três pontes da praça, trata-se da mais próxima da rua Ipiranga.
Vincenzo Pastore
Praça da República
circa 1910

Alunas do Instituto de Educação Caetano de Campos
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Alunas do Instituto de Educação Caetano de Campos
Movimento de alunas e transeuntes defronte ao Instituto de Educação Caetano de Campos, atual sede da Secretaria de Estado da Educação, na praça da República. Guarda de trânsito orienta a travessia. A Escola Estadual Caetano de Campos foi criada em 1846, a partir de uma determinação do Ato Adicional de 12 de agosto de 1834, que estabelecia que as províncias deveriam legislar sobre a instrução pública. Sendo assim, foram fundadas as primeiras Escolas Normais do país, sendo a de São Paulo estabelecida em um prédio junto à Catedral no Largo da Sé. Após mudar algumas vezes de endereço, a escola foi transferida para a Praça da República em 1894, instalada em um prédio projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo. O edifício possuía inicialmente dois andares, mas reformas ao longo dos anos garantiram o aspecto que apresenta hoje, com três andares. Foi batizada Caetano de Campos em homenagem ao antigo diretor e professor da Escola Normal.
Hildegard Rosenthal
Praça da República ; Centro
circa 1940