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Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, atual sede da ALERJ ; Rua Primeiro de Março ; Centro
16 de julho de 1934

Regresso dos reis belgas; chegada da rainha e do presidente
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Regresso dos reis belgas; chegada da rainha e do presidente
O cortejo real de regresso dos reis belgas partiu para a praça Mauá, passando pela rua Paissandu, e pelas avenidas Beira-Mar e Rio Branco. Foram aclamados por todo o trajeto, que contava com tropas de terra e de mar, sob o comando do general Luiz Barbedo. No cais Mauá, foram recebidos por várias autoridades. Embarcaram com o príncipe Leopoldo, com Epitácio Pessoa e sua esposa, e com mais algumas autoridades e membros de sua comitiva no galeão Dom João VI em direção ao encouraçado São Paulo.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
16 de outubro de 1920

Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Regresso dos reis belgas, chegada da rainha à Praça Mauá
O cortejo real de regresso dos reis belgas partiu para a praça Mauá, passando pela rua Paissandu, e pelas avenidas Beira-Mar e Rio Branco. Foram aclamados por todo o trajeto, que contava com tropas de terra e de mar, sob o comando do general Luiz Barbedo. No cais Mauá, foram recebidos por várias autoridades. Embarcaram com o príncipe Leopoldo, com Epitácio Pessoa e sua esposa, e com mais algumas autoridades e membros de sua comitiva no galeão Dom João VI em direção ao encouraçado São Paulo.
Guilherme Santos
Praça Mauá ; Centro
16 de outubro de 1920

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga Travessa São Francisco, atual rua Ramalho Ortigão ; Centro
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga rua Souza Franco, atual rua do Teatro ; Centro
circa 1895

Morro do Castelo em processo de demolição; visto da Rua México
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Morro do Castelo em processo de demolição; visto da Rua México
Autoria não identificada
Rua México ; Centro
circa 1922

Revolução de 1930 ; tropa gaúcha a cavalo em frente ao obelisco da Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Revolução de 1930 ; tropa gaúcha a cavalo em frente ao obelisco da Avenida Rio Branco
Autoria não identificada
Praça Floriano Peixoto ; Cinelândia ; Centro
1930