Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-016.jpg
Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Pelourinho e as ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-017.jpg
Pelourinho e as ruínas da Igreja Matriz de São Matias
O pelourinho de Alcântara, uma coluna de pedra instalada na Praça da Matriz, era o local onde eram expostos e castigados os criminosos da cidade. Foi decorado com as armas do Império e é considerado o mais bem conservado do país.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-024.jpg
Ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A Igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA002-026.jpg
Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s