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Ruínas no alto do Morro do Castelo; ao fundo, Pão de Açúcar, igreja de Santa Luzia e Hotel Glória
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ruínas no alto do Morro do Castelo; ao fundo, Pão de Açúcar, igreja de Santa Luzia e Hotel Glória
Guilherme Santos
Centro
circa 1922

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Guajará-Mirim
1970s

Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Forte Príncipe da Beira às margens do Rio Guaporé
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Guajará-Mirim
1970s

Ruínas do Forte Príncipe da Beira
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Forte Príncipe da Beira
A construção do Forte teve início em 2 de junho de 1776 pelo engenheiro italiano Domingos Samboceti, que morreu vitimado pela malária no meio das obras. Quem continuou a empreitada foi o engenheiro Ricardo Franco de Almeida e Serra, que concluiu as obras em 20 de agosto de 1783. O objetivo da fortaleza era consolidar a posse da Coroa portuguesa sobre as terras nas margens dos rios Guaporé e Mamoré, no extremo noroeste do país, no coração da floresta Amazônica. Abandonado em 1889, permaneceu esquecido por mais de 40 anos. Em 1914 foi reencontrado pelo Marechal Rondon, que somente em 1930 construiu as instalações da unidade militar levantada ao lado das ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Guajará-Mirim
1970s