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Sobrado em ruína
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado em ruína
Augusto Carlos da Silva Telles
Salvador
1970s

Sítio do Físico - elementos arqueológicos das edificações
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sítio do Físico - elementos arqueológicos das edificações
O Sítio do Físico, também chamado Sítio de Santo Antônio das Alegrias, foi construído no final do século XVIII ou início do XIX e pertencia a Antônio José da Silva Pereira, Físico-mor da Capitania Geral do Maranhão. O conjunto era formado pela residência do físico, curtume, fornos, tanques, poços, armazéns, cais, laboratório, rampas, telheiros e canalizações com caixa de distribuição para os tanques. O local também abrigou a primeira indústria da região, que beneficiava couro, arroz e fabricava cera e cal. Após a morte de Pereira, em 1817, passou a fabricar fogos de artifício. Hoje em ruínas, o sítio é considerado um dos mais preciosos sítios arqueológicos do país.
Augusto Carlos da Silva Telles
Igarapé do Coelho, Parque Estadual do Bacanga
1970s

Ruínas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casarão e ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Pelourinho e as ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Pelourinho e as ruínas da Igreja Matriz de São Matias
O pelourinho de Alcântara, uma coluna de pedra instalada na Praça da Matriz, era o local onde eram expostos e castigados os criminosos da cidade. Foi decorado com as armas do Império e é considerado o mais bem conservado do país.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas do Palácio do Imperador
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Palácio do Imperador
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas da Igreja Matriz de São Matias
A Igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas da Igreja Matriz de São Matias e edificação (à direita)
A igreja Matriz de São Matias, na Praça da Matriz, foi erguida em 1648 no local onde já havia existido uma capela construída pelo índio Maretin e uma igreja sob a invocação de São Bartolomeu. No final do século XIX o templo já estava em ruínas e ameaçava desabar, e reza a lenda que parte dele teria sido derrubado por ordem do escritor Sousândrade, que morava na praça e tinha sua vista atrapalhada pela torre.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

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