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Quartel General do Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel General do Campo da Aclamação
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1903

Bairro de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro de São Cristóvão
Imagem de fotógrafo anônimo na qual vemos parte da costa de São Cristóvão, região pouco explorada por artistas do século XIX, e a igreja dos Leprosos. O Lazareto, antiga chácara de recreio dos jesuítas, ficava na rua São Cristóvão, próximo à praia das Palmeiras. Do outro lado do mangue está a pedreira de São Diogo.
Autoria não identificada
Rua Benedito Otoni ; São Cristóvão
1857

Quinta de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quinta de São Cristóvão
Vemos na imagem a cópia do portão de Nothemberland, no parque da Quinta de São Cristóvão, antes do ajardinamento projetado por Glaziou, a casa da Marquesa de Santos, a boca do Mangue, toda a praia Formosa e os morros do Pinto e de São Diogo.
Autoria não identificada
Quinta da Boa Vista ; São Cristóvão
1857

Porto de São Domingos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Porto de São Domingos
Fotografia tirada do Morro de São João, retrata o Porto de São Domingos, com seu casario da Rua da Praia (atual Visconde do Rio Branco) e o Hotel de France ao fundo. À direita podemos ver a ponte de embarque das lanchas para o Rio de Janeiro. Ficava na freguesia de São Domingos a sede da Presidência da Província Fluminense.
Augusto Stahl
São Domingos
1859

Largo do Machado
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Largo do Machado
Largo do Machado e a Igreja Nossa Senhora da Glória sendo construída. Antes de se tornar Largo do Machado, chamou-se campo das Pitangueiras e das Laranjeiras. Machado deve-se à existência de um enorme machado de pau no primeiro açougue aí instalado. Em 1834 foi renomeado Largo da Glória, por conta da igreja aí construída, e em 1880 chamou-se Praça Duque de Caxias, logo após a morte do general, mas logo voltou a ser Largo do Machado. A pedra fundamental da igreja foi lançada em 1842 pelas mãos de D. Pedro II ainda menino, e era um projeto dos franceses Koeler e Rivière. As obras foram interrompidas em 1864, por falta de recursos, e reiniciadas em 1868. Finalmente em 1872 a igreja foi terminada.
Stahl & Wahnschaffe
Largo do Machado
circa 1862

Igreja do Bonfim
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Igreja do Bonfim
Templo, antes de tudo, do sincretismo onde ritos cristãos e africanos mesclavam-se, a Igreja do Bonfim foi inaugurada em 24 de junho de 1754. É de lá que parte a maior festa de Salvador, a saber, a lavagem das escadarias do Bonfim, em que os populares se concentram em frente à igreja e depois percorrem parte da cidade entoando cânticos e oferecendo flores.
Benjamin Mulock
Praça Senhor do Bonfim, Cidade Baixa
circa 1860

Paço Municipal
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Paço Municipal
O Paço Municipal teve sua primeira construção em 1549, feita em taipa e coberta por palha. Em 1660, foram demolidas edificações existentes na praça Municipal (uma das mais antigas da cidade) e erguido um novo edifício. O paço destaca-se por sua fachada principal de arcadas e colunas toscanas sobrepostas por janelas de púlpito, além das duas alas unidas por uma torrre central recoberta por uma cúpula. Foi remodelado em 1887 e novamente reformado no final da década de 1960, para que fosse resgatada a fachada em estilo colonial português.
Benjamin Mulock
Praça Municipal
circa 1860

Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja e Hospício Nossa Senhora da Piedade
Datada de 1686, foi uma das primeiras residências dos capuchinhos no Brasil, ocupada inicialmente por monges de origem francesa. Em 1700 eles foram expulsos, por questões políticas, mas logo em 1705 a ordem voltou ao Brasil. Agora quem assumia as missões na Bahia eram os capuchinhos italianos.
Benjamin Mulock
Praça da Piedade
circa 1861

A Igreja dos Ingleses
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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A Igreja dos Ingleses
Com a abertura dos Portos, em 1808, os ingleses solicitaram a Dom João VI permissão para a construção de igrejas protestantes. O rei consentiu, mas especificou que as igrejas deveriam ter aspectos residenciais e não ter sineiras. Os ingleses construíram esta em Salvador e outras em cidades como Recife e Rio de Janeiro.
Benjamin Mulock
Campo Grande (atual Campo da Cidade)
circa 1860

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